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Maglore e Vanguart se apresentam na Fundição Progresso dia 12 de julho

DECK
08/07/2019
|
admin

Para comemorar os 10 anos de carreira, a banda baiana Maglore preparou um show especial no qual repassa músicas da sua discografia. Sua estreia, em São Paulo, foi registrada no recém-lançado DVD “Maglore ao Vivo” (Deck) e agora chega ao Rio de Janeiro. No dia 12 de julho (sexta-feira), o quarteto composto por Teago Oliveira (guitarra e vocal), Lelo Brandão (guitarra, synth e vocal), Lucas Gonçalves (baixo e vocal) e Felipe Dieder (bateria) se apresenta na Fundição Progresso e os ingressos já estão disponíveis.

Uma música inédita no repertório da banda faz parte do roteiro do show, que passa por todos os álbuns da carreira, além do mais recente “Todas As Bandeiras” (Deck/2017). Trata-se de “Não Existe Saudade no Cosmos”, que foi composta por Teago Oliveira e ficou conhecida por ter sido gravada por Erasmo Carlos no seu disco mais recente, “Amor É Isso” (Som Livre/2018).

Na mesma noite o Vanguart, que lançou recentemente um disco em homenagem a Bob Dylan, sobe ao palco e faz o show do seu álbum autoral “Beijo Estranho” (Deck/2017), no qual haverá, além de canções desse registro, hits de toda a sua carreira como “Meu Sol”, “Mi Vida Eres Tu” e “Estive”. Algumas dessas canções, inclusive, fazem parte da trilha sonora e da abertura da série Shippados (Globo), estrelada por Eduardo Sterblitch e Tatá Werneck.

A banda, formada por Helio Flanders (violão e vocal), David Dafré (guitarra), Reginaldo Lincoln (baixo e vocal) e Fernanda Kostchak (violino) chega ao Rio após uma série de shows em homenagem a Dylan e promete entregar aos fãs cariocas, na véspera do Dia Mundial do Rock, canções que a tornaram um dos principais expoentes do folk rock nacional.

Serviço
Show: Maglore e Vanguart
Data: 12 de julho (sexta-feira)
Abertura da casa: 22h
Horário: 23h30
Local: Fundição Progresso
Endereço: Rua dos Arcos, 24 – Lapa – Rio de Janeiro
Ingressos: Inteira R$100 / Meia entrada R$50
Venda de ingressos: Bilheteria da Fundição Progresso ou pelo site https://www.eventim.com.br
Classificação etária: 18 anos. Menores entre 16 e 17 anos entram acompanhados dos pais/responsáveis


The Mönic lança seu álbum de estreia “Deus Picio”

DECK
01/07/2019
|
admin

>> Ouça o álbum:
https://TheMonic.lnk.to/DeusPicioPR

Já está disponível em todas as plataformas digitais, “Deus Picio” (Deck), o primeiro álbum da The Mönic, destaque do rock nacional da atualidade. Com sete faixas, o registro inclui os singles “Mexico” e “Just Mad”, que têm clipes disponíveis no YouTube, e “Maldizer”, cujo vídeo será lançado em breve.

Gravado ao longo de 2019 no Estúdio Aurora (São Paulo), com produção e mixagem da própria banda, Carlos Eduardo Freitas e Aécio Oliveira, esse é o primeiro disco do quarteto, que já havia lançado, em 2018, as músicas “High” e “Buda”.

Formada por Alê Labelle (guitarra e vocais), Dani Buarque (guitarra e vocais), Joan Bedin (baixo) e Daniely Simões (bateria), a The Mönic é fortemente influenciada pelo grunge e garage rock, fazendo um som pesado e direto.

O show de lançamento de “Deus Picio” será no Centro Cultural São Paulo, no dia 13 de julho, Dia Mundial do Rock. Na ocasião, a banda se apresentará na sala Adoniran Barbosa junto ao Violet Soda. A apresentação começa às 19h.

Serviço
The Mönic – Lançamento de “Deus Picio”
Participação especial: Violet Soda
Data: 13 de julho (sábado)
Local: Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – São Paulo/SP
Abertura da casa: 18h
Show: 19h
Ingresso: R$ 25 (inteira)


Vanguart lança novo álbum

DECK
28/06/2019
|
admin

Ouça o álbum:
https://Vanguart.lnk.to/VanguartSingsBobDylanPR

Assista o clipe “Blowin’ In the Wind”:

Já está disponível em todas as plataformas digitais “Vanguart Sings Bob Dylan” (Deck), uma homenagem do Vanguart a um dos maiores compositores da música contemporânea. O primeiro álbum não-autoral da banda foi gravado no Estúdio Tambor (Rio de Janeiro), com produção de Rafael Ramos e será lançado também em CD e num compacto em vinil com 3 faixas: “Blowin’ In the Wind”, “Tangled Up in Blue” e “Don’t Think Twice, It’s All Right”.

Os shows de lançamento acontecem dias 5, 6 e 7 de julho no Sesc Santana, em São Paulo.

“Vanguart Sings Bob Dylan”
Por Helio Flanders

Quase vinte anos atrás, tive minha primeira desilusão amorosa. Na mesma semana, adquiri uma cópia de um disco do Bob Dylan para acompanhar aquele coração partido que eu carregava. O álbum era “Blood On The Tracks”. Aos soluços, nunca me esqueci de ouvir a primeira faixa que terminava com os versos “Nós sempre sentimos o mesmo / apenas vimos as coisas de um ponto de vista diferente”. Das ironias da vida, esta mesma canção é “Tangled Up In Blue”, que abre o álbum lançado agora com minha banda: “Vanguart Sings Bob Dylan” (Deck).

Robert Allen Zimmerman, hoje prêmio Nobel de Literatura, com 38 discos de estúdio lançados, foi cantado desde o início de sua carreira por artistas como Rolling Stones, Nina Simone, Joan Baez, Peter Paul & Mary, e uma lista que endossaria o cheque de seu Nobel e de qualquer pesquisador de música popular como um dos maiores compositores de todos os tempos. Se sua belicosidade poética chocara os Estados Unidos desde o lançamento de “The Freewheelin”, Bob Dylan, em seu segundo álbum que já trazia clássicos como “Blowin’ in the Wind” e “Master of War”, tampouco poderia dizer que seus versos foram menos sagazes e pungentes em Cuiabá, no coração do Brasil, onde o Vanguart nasceu. Dylan sempre foi o maior dos atalhos de comunicação entre e a poesia e o homem comum, cantado como o grande valor a ser compreendido na sociedade, algo que já havia sido apontado um século antes por Walt Whitman, e quase contemporaneamente a ele nos anos 1950, pela geração beat, de quem Bob era completamente fã.

Após quatro discos autorais em 11 anos, o Vanguart se enfurnou no estúdio Tambor, no Rio de Janeiro, em dezembro de 2018, junto do produtor Rafael Ramos para registrar seu primeiro álbum não-autoral. Dezesseis canções do bardo americano foram gravadas de modo ao vivo, dando ênfase a seus primeiros 15 anos de carreira, com exceção para “Make You Feel My Love”, do álbum de 1996, “Time Out of Mind”. Foi uma experiência surreal voltar o coração musical a canções que fizeram parte de nossa adolescência e vida adulta. Não saberia dimensionar o tamanho da emoção ao revisitar os clássicos do primeiro álbum dele que ouvi, o mesmo do começo deste texto, como “Simple Twist of Fate” e “You’re A Big Girl Now”, assim como “Restless Farewell”, de seu terceiro trabalho “The Times They Are A-Changing”, escrita aos vinte e tantos anos por Dylan, que Frank Sinatra disse, ao completar 80, ser a canção que parecia ser a história de sua vida inteira. Também impossível não se impactar ao ver minha parceira Fernanda Kostchak (violino, voz) cantar de modo irrepreensível a tradicional “House of the Risin’ Sun” e tocar seu violino em canções do disco “Desire” como “One More Cup of Coffee” e “Hurricane”, esta última em incansável interpretação vocal de David Dafré (guitarra, lap steel e voz). Outros clássicos como “It’s All Over Now, Baby Blue” e “I Shall Be Released” ficaram a cargo de meu escudeiro dos vocais Reginaldo Lincoln (baixo, bandolim, guitarra, voz), que mais uma vez assumiu os microfones com maestria. Junto de nós estava Julio Nganga nos pianos e órgãos hammond, e os dois bateristas Kezo Nogueira e Pedro Gongom, se revezando entre as canções mais delicadas e mais rock and roll. Os cinco dias em que registramos essas 16 canções foram certamente um “escape” dentro do dia a dia de uma banda, onde não existiram os extenuantes ensaios, as pendências harmônicas, a busca pelo take perfeito. Assim como Dylan nos ensinou de maneira errática, a música é contar uma história, é redesenhar uma sensação. Se isso soa quase óbvio hoje, agradeça a Bob.

A importância de um disco do Vanguart tocando Dylan, para além de celebrar a obra do compositor, é enorme, pois ao mesmo tempo que nos faz compreender de onde viemos também nos mostra que podemos ir muito além de bandeiras e gêneros fincados dentro da música e seus limites. Para mim, as canções de Dylan não falam sobre a revolução e sim sobre refletir acerca dela. Não falam sobre a violência e sim sobre a liberdade. Faz compreender por que a poesia ainda é a força capaz de abrir mentes e congelar guerras individuais e coletivas. Enquanto os ventos seguirem soprando, a resposta continuará lá.

Tracklist:
1. Tangled up in Blue
2. Don’t Think Twice It’s All Right
3. Just Like a Woman
4. It’s All over Now, Baby Blue
5. Simple Twist of Fate
6. I’ll Keep It with Mine
7. You’re a Big Girl Now
8. The House of the Rising Sun
9. I Shall Be Released
10. Ballad of a Thin Man
11. Hurricane
12. Like a Rolling Stone
13. One More Cup of Coffee (Valley Below)
14. To Make You Feel My Love
15. Restless Farewell
16. Blowin’ in the Wind

Vanguart é:
Helio Flanders: voz, violão, guitarra, piano, gaita, vocais.
David Dafre: voz, violão, guitarra, guitarra lap steel, baixo, vocais.
Fernanda Kostchak: voz, violino, vocais.
Reginaldo Lincoln: voz, baixo, guitarra, violão, vocais.
Julio Nganga: piano, órgão hammond.
Kezo Nogueira: bateria, percussão.
Pedro Gongom: bateria, percussão.


Ceceu Valença celebra São João com música e clipe inéditos

DECK
26/06/2019
|
admin

Por 12 anos, Ceceu Valença foi o baterista da banda de seu pai, Alceu Valença. Influenciado pelos ritmos nordestinos que permeiam sua família, o artista decidiu iniciar recentemente sua carreira solo e agora lança mais um single, “Meu Girassol”, pela gravadora Deck.

Com presença de instrumentos clássicos do forró como triângulo, zabumba e sanfona, Ceceu interpreta uma música embalada pelo ritmo do arrasta-pé. Na letra, o cantor compara sua tristeza causada por uma desilusão amorosa à paz de um girassol, sempre pleno e cercado de vida em um jardim. A delicada e poética composição é autoria do paraibano Aracílio Araújo, que há décadas escreve para nomes como Fagner, Elba Ramalho e o próprio Alceu Valença. A faixa ainda conta com um clipe, já disponível no YouTube. No vídeo, Ceceu aparece acompanhado de sua banda tocando em um típico baile dançante em uma casa tradicional.

O dia 24 de junho foi especialmente escolhido para o lançamento da música por se tratar do dia de São João, muito celebrado principalmente no Nordeste do Brasil. Desse modo, a canção já chega para ser inserida no repertório das festas juninas que tomam conta do País nessa época do ano.

Quarto lançamento de Ceceu Valença – depois dos singles “Em Noite de São João”, “Doce Menina” e “Doce Menina (Versão Frevo)” – “Meu Girassol” já está disponível em todos os aplicativos de música.

>> Ouça o single:
https://CeceuValenca.lnk.to/MeuGirassolPR

>> Assista o clipe: