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  • Décimo Andar (2005)
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  • Dêem Nomes Aos Bois (2013)
  • O Outro do Outro (2019)
  • Modern Man (2006)
  • Michel Oghata (2010)
  • A Recompensa (2006)
  • Múmia (2010)
  • Sem Remédio (2019)
  • Maniac Nonlinear (2004)
Dead Fish – Lado Bets
17/07/2020

O Dead Fish reúne raridades, B-sides e músicas nunca lançadas antes na nova coletânea “Lado Bets”, que chega aos aplicativos de música pela gravadora Deck. As dez faixas do repertório permitem aos fãs saborear conteúdo raro da banda, mesmo durante o período de isolamento social. Em “Lado Bets” há material de diversas fases do Dead Fish que nunca havia sido disponibilizado oficialmente nas plataformas digitais. Desde “Décimo Andar”, gravada em 2005 para uma vinheta de TV, até “O Outro do Outro”, bonus track de cópias físicas do álbum “Ponto Cego” (Deck/2019). Há também “Roubando Comida”, lançada no LP “Vitória” (2015) e uma incrível versão de “Modern Man”, do Bad Religion, entre outras. A releitura, que chega com áudio impecável, foi feita para um programa da MTV e até então estava disponível só em bootlegs na internet. Sem dúvida “Lado Bets” chega como um rico registro histórico de uma das maiores bandas de hardcore do Brasil.


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  • Receita Pro Fracasso
  • Descendo as Escadas
Dead Fish – Ponto Cego
31/05/2019

Mudanças no Governo, polarização política, polêmicas e desinformação embalavam o Carnaval de 2019 ao mesmo tempo que o estúdio Tambor (RJ) recebia os veteranos do Dead Fish para a gravação de “Ponto Cego”, oitavo álbum de estúdio da banda. Com 15 faixas inéditas, o registro faz um recorte da situação política, econômica e social do Brasil “de golpe a golpe” e “o retrato da vida de um cidadão médio de condomínio”, numa janela temporal do impeachment de Dilma Rousseff à eleição de Jair Bolsonaro.

“Ponto Cego” não é o título de nenhuma faixa mas o termo é citado em todas as canções: em representações positivas, como ‘do ponto cego da história brotam vozes de resistência e de luta’ em “A Inevitável Mudança”, ou negativas, como ‘no ponto cego, o grito é em vão’ de “Apagão”. A narrativa circular e não cronológica aprisiona o ouvinte/observador em um labirinto vertical do qual a única saída possível parece ser ligar os pontos — cegos entre si — e tão facilmente detectáveis a quem está de fora.

Desde a saída do baixista Alyand, Marco Melloni (bateria), Ric Mastria (guitarra) e Rodrigo Lima (vocal), sem vínculos e sem prazo, estavam preocupados apenas em fazer um disco consistente e relevante, descartando composições insatisfatórias e afiando o discurso. Mastria, com seus riffs velozes e arranjos elaborados, trouxe uma renovação ao hardcore sempre enérgico que a banda vem apresentando nesses 28 anos de estrada. Rodrigo, conhecido por sua escrita afiada, retomou a parceria com Alvaro Dutra (Dissonicos/Pulso), iniciada no álbum “Vitória” (2015), para desenvolver e aprimorar o conceito do disco, além de contar com Gabriel Zander (Noção de Nada/Zander) na faixa “Descendo as Escadas”. Zander também já havia contribuído com Lima, e assina o hit “A Urgência”, de 2004.

Toda essa dedicação foi recompensada com a volta da banda para os braços da Deck, gravadora que lançou “Zero e Um” (2004) e impulsionou a banda para palcos e públicos maiores, colecionando álbuns de estúdio, ao vivo, DVDs, clipes, turnês e prêmios. Rafael Ramos volta a assinar a produção de um álbum do Dead Fish em “Ponto Cego” e garante a passagem do disco para o Colorado, nos EUA, a fim de ser mixado por ninguém menos que Bill Stevenson, em seu estúdio The Blasting Room. Baterista de bandas como Descendents, ALL e do clássico absoluto Black Flag, Bill tem suas digitais na produção de importantes nomes do hardcore das últimas décadas — entre os quais, NOFX, Propagandhi, Face to Face e Rise Against. A masterização ficou por conta de Jason Livermore, parceiro de Stevenson que além dos nomes já citados masterizou bandas como Hot Water Music, Strung Out e Lagwagon. Por fim, coube ao artista Flávio Grão traduzir essas ideias e criar a identidade visual do disco. Grão já havia trabalhado com o grupo na coletânea independente “Faces do Terceiro Mundo” (2002).

“Ponto Cego” já nasce histórico. Não só por ser um disco cuidadosamente feito por uma banda experiente, mas por registrar um fragmento da história que vem sendo negada e apagada pelos novos narradores. Um disco ao mesmo tempo urgente e reconfortante por enfatizar que essa história ‘não termina assim’.


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Dead Fish – Sangue Nas Mãos
23/05/2019

Mudanças no Governo, polarização política, polêmicas e desinformação embalavam o Carnaval de 2019 ao mesmo tempo que o estúdio Tambor (RJ) recebia os veteranos do Dead Fish para a gravação de “Ponto Cego”, oitavo álbum de estúdio da banda. Com 15 faixas inéditas, o registro faz um recorte da situação política, econômica e social do Brasil “de golpe a golpe” e “o retrato da vida de um cidadão médio de condomínio”, numa janela temporal do impeachment de Dilma Rousseff à eleição de Jair Bolsonaro.

“Ponto Cego” não é o título de nenhuma faixa mas o termo é citado em todas as canções: em representações positivas, como ‘do ponto cego da história brotam vozes de resistência e de luta’ em “A Inevitável Mudança”, ou negativas, como ‘no ponto cego, o grito é em vão’ de “Apagão”. A narrativa circular e não cronológica aprisiona o ouvinte/observador em um labirinto vertical do qual a única saída possível parece ser ligar os pontos — cegos entre si — e tão facilmente detectáveis a quem está de fora.

Desde a saída do baixista Alyand, Marco Melloni (bateria), Ric Mastria (guitarra) e Rodrigo Lima (vocal), sem vínculos e sem prazo, estavam preocupados apenas em fazer um disco consistente e relevante, descartando composições insatisfatórias e afiando o discurso. Mastria, com seus riffs velozes e arranjos elaborados, trouxe uma renovação ao hardcore sempre enérgico que a banda vem apresentando nesses 28 anos de estrada. Rodrigo, conhecido por sua escrita afiada, retomou a parceria com Alvaro Dutra (Dissonicos/Pulso), iniciada no álbum “Vitória” (2015), para desenvolver e aprimorar o conceito do disco, além de contar com Gabriel Zander (Noção de Nada/Zander) na faixa “Descendo as Escadas”. Zander também já havia contribuído com Lima, e assina o hit “A Urgência”, de 2004.

Toda essa dedicação foi recompensada com a volta da banda para os braços da Deck, gravadora que lançou “Zero e Um” (2004) e impulsionou a banda para palcos e públicos maiores, colecionando álbuns de estúdio, ao vivo, DVDs, clipes, turnês e prêmios. Rafael Ramos volta a assinar a produção de um álbum do Dead Fish em “Ponto Cego” e garante a passagem do disco para o Colorado, nos EUA, a fim de ser mixado por ninguém menos que Bill Stevenson, em seu estúdio The Blasting Room. Baterista de bandas como Descendents, ALL e do clássico absoluto Black Flag, Bill tem suas digitais na produção de importantes nomes do hardcore das últimas décadas — entre os quais, NOFX, Propagandhi, Face to Face e Rise Against. A masterização ficou por conta de Jason Livermore, parceiro de Stevenson que além dos nomes já citados masterizou bandas como Hot Water Music, Strung Out e Lagwagon. Por fim, coube ao artista Flávio Grão traduzir essas ideias e criar a identidade visual do disco. Grão já havia trabalhado com o grupo na coletânea independente “Faces do Terceiro Mundo” (2002).

“Ponto Cego” já nasce histórico. Não só por ser um disco cuidadosamente feito por uma banda experiente, mas por registrar um fragmento da história que vem sendo negada e apagada pelos novos narradores. Um disco ao mesmo tempo urgente e reconfortante por enfatizar que essa história ‘não termina assim’.


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Dead Fish – Michel Oghata / Múmia
09/09/2016

Lançado em 2010 em forma de compacto trazendo no lado A duas faixas do Dead Fish e no lado B duas faixas do Mukeka di Rato, a Deck lança em 2016 esses singles no formato digital.

O single do Dead Fish conta com as faixas “Michel Oghata” e “Múmia”. Antes lançadas apenas digitalmente nas coletâneas “Presente” (Deck), são sobras dos discos “Zero e Um” e “Um Homem Só”.
Duas das maiores representantes do hardcore nacional e conterrâneas de Vitória – ES, Dead Fish e Mukeka Di Rato estão em atividade há mais de 16 anos e apresentam raridades nesse singles, com capa inspirada num compacto antigo do Taiguara.


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Fundamental – Dead Fish
10/12/2013

Há 15 anos, a gravadora Deck (ainda com o nome de Deckdisc) iniciava suas operações, já de forma independente. Desde 1998 sua história foi marcada por apostar em novos artistas, investir em carreiras, fazer projetos especiais e ter ousadia, sempre acreditando no sucesso. Para comemorar essa incrível marca, a Deck criou a série “Fundamental”, que será lançada em dezembro, unicamente no formato digital, e pela qual serão lançadas 47 compilações de seu catálogo.

Ao atingir os 15 anos de idade, a Deck se sente como a debutante ansiosa pela realização de seu baile – diz João Augusto, diretor geral e um dos seus fundadores. E como não vai haver baile, resolvemos compilar nosso catálogo pela primeira vez, de forma a mostrar tudo o que construímos nesse período.

Entre os títulos está uma seleção das melhores canções da série “O Som do Barzinho”, primeiro grande sucesso da gravadora, com mais de 1 milhão de cópias vendidas. Também está na coleção um CD/coletânea do projeto “Beatles ‘n’ Choro”, ideia de Renato Russo, da Legião Urbana, que gerou 4 álbuns que trazem as músicas do quarteto de Liverpool no ritmo do choro.

Tendo seus 6 primeiros discos lançados pela Deck, o Sorriso Maroto terá alguns de seus grandes hits divididos em dois volumes, em razão da grande quantidade de sucessos. As melhores músicas lançadas pela gravadora do Edson & Hudson e do Grupo Revelação também foram repartidas em dois álbuns. Outros artistas que tiveram seus maiores sucessos compilados são Falamansa, Rastapé, Matanza, Fernanda Takai, Erasmo Carlos, Arlindo Cruz, Dead Fish, Ultraje a Rigor, Teresa Cristina & Grupo Semente e Naldo Benny.

Além desses, estarão algumas coletâneas divididas por estilo musical, interpretas por diversos nomes da música nacional, como “Bossa Nova”, “Samba pra Festa”, “MPB” e “Forró”, entre outros.

Como o nome já diz, essa série trará parte do que é “Fundamental” dos grandes títulos lançados pela Deck nos seus 15 anos.

Vinil de “Zero e Um”, do Dead Fish, esgota e terá nova prensagem
25/09/2013

Um dos maiores nomes do hardcore nacional, o Dead Fish teve esse ano seu quarto álbum de estúdio, “Zero e Um”, lançado em vinil bicolor (metade preto e metade amarelo) pela Polysom. Com uma legião de fãs muito fiel desde o início de sua carreira, era de se esperar que os discos esgotassem em poucos meses. Para aqueles que não conseguiram adquirir o seu a tempo, a banda e a fábrica decidiram fazer uma nova prensagem do álbum, dessa vez com a bolacha inteira preta, que chegará às lojas no início de outubro.

O disco traz uma mudança de fase do grupo capixaba, na época formado por Rodrigo (voz), Nô (bateria), Alyand (baixo e voz), Hóspede (guitarra) e Philippe (guitarra e voz), sendo o primeiro produzido por Rafael Ramos e lançado pela Deck em 2004. “Zero e Um” teve também uma mixagem especial, feita por Ryan Greene (NOFX, Lagwagon, No Use For a Name, Sick of it all, Bad Religion, entre outros) no Motor Studios, em São Francisco (CA – EUA).


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  • Sonho Médio
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  • Piada Liberal
  • Me Ensina
  • Mulheres Negras
  • Subprodutos
  • Noite
  • Tupamaru
  • Autonomia
  • A Urgência
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  • Não
  • Tão Iguais
  • Didático
  • Você
  • Um Homem Só
  • Proprietários Do Terceiro Mundo
  • Canção Para Amigos
  • Eleito Por Ninguém
  • Queda Livre
  • Afasia
20 anos
26/06/2012

Lançamento: Junho, 2012

 

Os capixabas do Dead Fish chegam aos 20 anos de carreira e comemoram no melhor estilo possível: num show no Circo Voador. “O local nos pareceu perfeito. Primeiro porque é uma casa muito representativa do rock brasileiro, segundo que cabe muita gente e terciero porque era mais perto do Espirito Santo” – comentou o vocalista Rodrigo. Palco escolhido, chegou a vez do repertório. Surgiu a ideia de consultar os fãs sobre o assunto através do site da banda. E assim foi feito. Dirigido por Daniel Ferro, que já tinha trabalhado com o Dead Fish num programa de TV, o DVD traz Rodrigo (vocais), Alyand (baixo), Philippe (guitarra) e Marco (bateria) em total sintonia tocando 30 músicas da carreira. Entre elas: “Você”, “A Urgência”, “Bem Vindo ao Clube” e “Zero e Um”, do álbum “Zero e Um”. “Oldboy”, “Obrigação” e “Um Homem Só” do “Um Homem Só”. “Autonomia”, “Tão iguais”, “Venceremos” e “Asfalto”, do álbum Contra Todos. O resultado é um show forte, cru, direto, pesado e rápido, como o Dead Fish. “É um DVD de verdade sem overdub, sem maquiagem. É o que do Dead Fish é hoje em dia, para o bem e para o mal” – conclui Rodrigo.


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  • Senhor, Seu Troco
  • Você
  • Ad Infinitum
  • Fragmento
  • Desencontros
  • Queda Livre
  • Viver
  • Tango
  • Bem – Vindo Ao Clube
  • Paz Verde
  • Proprietários Do Terceiro Mundo
  • Sobre A Violência
  • Siga
  • Engarrafamento
  • Noite
Mtv Apresenta Dead Fish
15/10/2010

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  • Semana Que Vem - Pitty
  • Desentoa - Cachorro Grande
  • Você Pode Ir Na Janela - Gram
  • Você - Dead Fish
  • Bom É Quando Faz Mal - Matanza
  • Me Dá Um Olá - Ultraje a Rigor
  • Os Dias - Reação em Cadeia
  • Você Sabe - Autoramas
  • Wish I Never Loved You - Buzzcocks
  • Wrecking Hotel Rooms - MxPx
  • Entre Seus Rins - Ira!
  • The Quest - Firebug
  • Aonde vai chegar? (Coisa Feia) - Ponto de Equilíbrio
  • Caminhos Do Destino - Black Alien
  • You gotta go! - The Mighty Mighty Bosstones
  • Cotidiano - Marcelinho da Lua
  • Innocence - Shaaman
  • Metal Is The Law - Massacration
  • Só Uma Canção - Som da Rua
  • Kriptonita - Ludov
  • Dani - Biquini Cavadão
  • Eu Quero Sempre Mais - Ira! e Pitty
Cliperama
11/07/2006

Lançamento: Julho, 2006
Produzido por Direção Artística João

 

O DVD apresenta os melhores clipes da Deckdisc exibidos nos canais de música. São 22 vídeos nacionais e internacionais, com altíssima qualidade de som e imagem, muitos deles premiados. A caprichada direção de arte é assinada por Eduardo Kurt.


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