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Elba Ramalho lança música ao vivo com participação de Zélia Duncan

Ouça o single

Pelo segundo ano seguido não haverá Festa Junina por conta da pandemia, mas a cantora e compositora Elba Ramalho, sempre presente nos festejos de junho, lança hoje (4) seu novo single, uma versão ao vivo de “A Natureza das Coisas” registrada na edição 2019 da festa de São João, em Campina Grande (PB), na qual Elba é presença cativa. A canção, de autoria de Accioly Neto, ficou conhecida na voz de Flávio José e conta com a participação especial de Zélia Duncan.

Essa performance, repleta de coreografia e elementos visuais, também foi filmada, e o vídeo já está disponível no canal da cantora no YouTube. No telão do palco, há projeções que remetem à estreita relação de Elba Ramalho com o São João de Campina Grande, incluindo a ocasião em que cantou grávida e prestes a dar à luz, em 1987.

O single “A Natureza das Coisas”  já está disponível em todos os aplicativos de música, pela gravadora Deck.

A Natureza das Coisas (Ao Vivo)

Se o momento não permite dançar um delicioso forró nas festas juninas, Elba Ramalho traz a solução àqueles que querem treinar os passos no conforto de casa. A cantora lança uma especial versão ao vivo de “A Natureza das Coisas (ao Vivo)”, pela gravadora Deck. O registro ocorreu na edição 2019 da festa de São João, em Campina Grande, na qual Elba é presença cativa.

Só mesmo uma das rainhas do forró para interpretar, com tanto talento, alguns dos clássicos do gênero. A faixa, de autoria de Accioly Neto, ficou conhecida na voz de Flávio José e ganhou agora uma versão com participação mais que especial de Zélia Duncan.

Elba Ramalho – Festa do Interior / Pagode Russo (Ao Vivo)

Se o momento não permite um delicioso forró nas festas juninas, Elba Ramalho traz a solução àqueles que querem treinar os passos no conforto de casa. A cantora lança, nesta quarta-feira (10), um incrível medley de cinco músicas, pela gravadora Deck. O registro ocorreu na edição 2019 da festa de São João, em Campina Grande, na qual Elba é presença cativa.

Só mesmo uma das rainhas do forró para interpretar, com tanto talento, alguns dos clássicos do gênero. A primeira música do pout-pourri é “Festa do Interior”, escrita por ninguém menos que Abel Silva e o eterno ‘novo baiano’ Moraes Moreira. Em seguida, a cantora interpreta “Pagode Russo” — clássico de João Silva e Gonzagão que aproxima as danças nordestinas das cossacas e seu “cai não cai”, quase que em ode à universalidade de nossa rica cultura.

Homenageada, antes de subir ao palco, por sua relação com o Maior São João do Mundo, a paraibana Elba fez questão de retribuir o carinho e reconhecimento. Desse modo, os cem mil presentes na noite puderam acompanhar uma eletrizante performance acompanhada de completa banda de forró, além de elementos como naipe de metais. Energia que transborda — e que agora anima os ouvintes dos aplicativos de música.

Elba Ramalho – Medley pra Dançar o São João: Paraíba Meu Amor / Olha Pro Céu / No Lume da Fogueira / Fogaréu / Vamos pra Fogueira (Ao Vivo)

Se o momento não permite um delicioso forró nas festas juninas, Elba Ramalho traz a solução àqueles que querem treinar os passos no conforto de casa. A cantora lança, nesta quarta-feira (10), um incrível medley de cinco músicas, pela gravadora Deck. O registro ocorreu na edição 2019 da festa de São João, em Campina Grande, na qual Elba é presença cativa.

Só mesmo uma das rainhas do forró para interpretar, com tanto talento, alguns dos clássicos do gênero. A primeira música do medley, que abre o show, é uma versão de “Paraíba Meu Amor”, lançada por Chico César em 1997. Em sequência há “Olha Pro Céu” (José Fernandes/Luiz Gonzaga) e “No Lume da Fogueira” (Missinho), seguida de “Fogaréu”, do ícone Walter Queiroz. Finalizando, sem parar um segundo, há “Vamos Pra Fogueira” (Claudio Mello / Didi Barros / Ferreira Filho). Esses e outros hits ajudaram o forró a romper barreiras geográficas e sociais, sendo regravados por artistas dos mais variados estilos.

Homenageada, antes de subir ao palco, por sua relação com o Maior São João do Mundo, a paraibana Elba fez questão de retribuir o carinho e reconhecimento. Desse modo, os cem mil presentes na noite puderam acompanhar uma eletrizante performance acompanhada de completa banda de forró, além de elementos como naipe de metais. Energia que transborda — e que agora anima os ouvintes dos aplicativos de música.

Elba Ramalho lança faixa gravada no Maior São João do Mundo de 2019

Se o momento não permite apreciar um delicioso forró nas festas juninas, Elba Ramalho traz a solução àqueles que querem treinar os passos no conforto de casa. A cantora lança hoje (10), nos aplicativos de música, uma versão ao vivo de “Forró Pesado/É Proibido Cochilar (ao Vivo)”, pela Deck. O registro ocorreu na edição 2019 da festa de São João, em Campina Grande (PB), na qual Elba é presença cativa.

Só mesmo uma das rainhas do forró para interpretar, com tanto talento, alguns dos clássicos do gênero. A primeira música do pout-pourri, “Forró Pesado” (Assizão/ Lindolfo Barbosa), eternizou-se inicialmente na versão do icônico Trio Nordestino, enquanto “É Proibido Cochilar” (Antonio Barros) chegou às paradas originalmente com Os 3 do Nordeste. Esses e outros hits ajudaram o forró a romper barreiras geográficas e sociais, sendo regravados por artistas dos mais variados estilos.

Homenageada, antes de subir ao palco, por sua relação com o Maior São João do Mundo, a paraibana Elba fez questão de retribuir o carinho e reconhecimento. Os cem mil presentes na noite puderam acompanhar uma eletrizante performance acompanhada de uma banda de forró completa, com a inclusão de um naipe de metais. Energia que transborda — e que agora anima os ouvintes.

Ouça o single

Elba Ramalho – Forró Pesado / É Proibido Cochilar (Ao Vivo)

Se o momento não permite dançar um delicioso forró nas festas juninas, Elba Ramalho traz a solução àqueles que querem treinar os passos no conforto de casa. A cantora lança uma especial versão ao vivo de “Forró Pesado/É Proibido Cochilar (ao Vivo)”, pela gravadora Deck. O registro ocorreu na edição 2019 da festa de São João, em Campina Grande, na qual Elba é presença cativa.

Só mesmo uma das rainhas do forró para interpretar, com tanto talento, alguns dos clássicos do gênero. A primeira música do pout-pourri, “Forró Pesado” (Assizão/Lindolfo Barbosa), eternizou-se inicialmente na versão do icônico Trio Nordestino, enquanto “É Proibido Cochilar” (Antonio Barros) chegou às paradas originalmente por Os 3 do Nordeste. Esses e outros hits ajudaram o forró a romper barreiras geográficas e sociais, sendo regravados por artistas dos mais variados estilos.

Homenageada, antes de subir ao palco, por sua relação com o Maior São João do Mundo, a paraibana Elba fez questão de retribuir o carinho e reconhecimento. Desse modo, os cem mil presentes na noite puderam acompanhar uma eletrizante performance acompanhada de completa banda de forró, além de elementos como naipe de metais. Energia que transborda — e que agora contamina os ouvintes nos aplicativos de música.

Elba Ramalho – O Ouro do Pó da Estrada

Batizado com o nome de música inédita composta por Lula Queiroga com Yuri Queiroga, sobrinho do compositor, o álbum “O ouro do pó da estrada” alinha 13 músicas no repertório, entre composições inéditas – casos de “Oxente” (nova parceria de Marcelo Jeneci com Chico César) e de “Se não tiver amor” (música de George Sauma gravada por esse ator e compositor para ser o tema de abertura da ainda inédita série Pais de primeira, prevista para estrear em novembro na TV Globo). Outra regravação é “O fole roncou”, xaxado do repertório de Luiz Gonzaga

De Lula Queiroga, Elba regrava “Girassol da caverna” (1983) em dueto com Ney Matogrosso. Curiosamente, Ney já gravou “O mundo” (André Abujamra, 1995), hit indie do repertório da banda Karnak que Elba revive com as vozes de Lucy Alves, Maria Gadú e Roberta Sá.

O repertório do álbum inclui “Além da última estrela” (Dominguinhos e Fausto Nilo, 1992), “Girassol” (Toni Garrido, Da Ghama, Lazão, Bino Farias e Pedro Luís, 2002), “Na areia” (Juliano Holanda, 2018), “Princesa do meu lugar” (Belchior, 1980) e “Se tudo pode acontecer” (Arnaldo Antunes, Alice Ruiz, Paulo Tatit e João Bandeira, 2001).

Elba Ramalho