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Elza Soares lança “Carioca da Gema (Ao Vivo)” nas plataformas digitais

Capa - Elza Soares - Carioca da Gema

Lançado originalmente em 1999, no formato físico, o álbum “Carioca da Gema (Ao Vivo)” chega pela primeira vez às plataformas digitais, pela gravadora Deck.

Neste show, Elza Soares interpreta sucessos como “Trem das Onze” (Adoniran Barbosa), “Chove Chuva” (Jorge Ben), “Balanço Zona Sul” (Tito Madi) e faz uma homenagem a Wilson Simonal cantando “Meu Limão Meu Limoeiro” (Carlos Imperial/ José Carlos Burle”) e “Mamãe Passou Açúcar em Mim” (Bill César). Também fazem parte do repertório: “Circo Marimbondo” (Milton Nascimento/ Ronaldo Bôscoli), “Castigo” (Dolores Duran), “Cadeira Vazia” (Lupicínio Rodrigues/ Alcides Gonçalves) e outros clássicos da música brasileira.

A própria Elza relembra esse lançamento: “Depois de receber o título de ‘Cantora do Milênio’, pela BBC de Londres, em fevereiro de 1999, eu estava pronta pra mostrar pra todo mundo meu primeiro disco ao vivo da carreira. Em abril de 99, subi ao palco do Teatro João Caetano e gravei ‘Carioca da Gema’, totalmente independente e utilizando meus próprios recursos, um dos motivos pelo qual poucas cópias chegaram ao mercado, fazendo desse disco uma raridade. Selecionei um repertório eclético que vai de Jorge Ben Jor a Milton Nascimento, passando pelo meu Caetano Veloso e Dolores Duran, lógico. Destaco o “Trem das Onze”, do Adoniran, e uma versão do Hino Nacional, cantada toda em scats jazzísticos”.

Elza Soares & Titãs – Comida

A cantora Elza Soares lança versão especialíssima do clássico dos Titãs “Comida” (Arnaldo Antunes/ Marcelo Fromer/ Sérgio Britto), com participação dos próprios integrantes da banda. Sergio Britto e Branco Mello cantam com Elza, enquanto Tony Bellotto toca guitarra. Participam também da gravação Guilherme Monteiro (guitarra base), Sidão Santos (baixo e synth bass) Marlon Sette (trombone), Pupillo (bateria, percussão e programação) e Bruno Queiroz (programação, efeitos e intervenções sonoras).

Elza Soares & Flávio Renegado – Divino Maravilhoso

Uma das maiores artistas da música brasileira, Elza Soares se juntou ao rapper Flávio Renegado para juntos criarem uma nova versão para o clássico “Divino Maravilhoso” (Caetano Veloso/Gilberto Gil). Além da incrível voz de Elza, a releitura traz um rap de Flavio Renegado coroando a canção, que faz parte da trilha sonora da série “Amor e Sorte”.

Elza Soares, Flávio Renegado – Negão Negra

Continuando a comemoração de seus 90 anos, Elza Soares se junta a Flávio Renegado para lançar a faixa “Negão Negra” (Flavio Renegado/ Gabriel Moura), que chega aos aplicativos de música no dia 24 de julho, pela Deck. “Sempre foi luta/ sempre foi porrada/ contra o racismo estrutural/ barra pesada”, diz um trecho da canção — carregada com o ativismo característico da Diva e de outros tantos artistas negros. Com batidas eletrônicas e ritmo típico do rap, “Negão Negra” une duas gerações de músicos brasileiros em torno de uma luta atemporal contra as injustiças sociais que sempre existiram.

Elza Soares – Juízo Final

Elza Soares fez uma gravação muito especial de “”Juízo Final”, clássico de Nelson Cavaquinho, numa “pegada” rock’n roll por sugestão dela mesma. A banda que a acompanhou não podia ser mais apropriada: Pupillo (bateria), Fernando Catatau (guitarra), Guilherme Monteiro (guitarra), Sidão Santos (synth bass), Marcus Ribeiro (cello), Bruno Queiroz (programação, efeitos e intervenções sonoras) e Felipe Ventura (violino e viola), que também assina o arranjo de cordas. “”Juízo Final”” foi produzida por Rafael Ramos, mixada por Vitor Farias e masterizada pela engenheira de som Idania Valencia, no Sterling Sound (EUA).

O single será lançado no mês de comemoração aos 90 anos de Elza Soares.

Elza Soares – Carinhoso

Por mais consagrado que seja um clássico da música brasileira, Elza Soares é capaz de reinventá-lo de um jeito único. Dessa vez a diva topou o desafio de interpretar “”Carinhoso””, de João de Barro e Pixinguinha. E o single no qual se transformou essa releitura agora chega aos aplicativos de música pela gravadora Deck.

Uma das obras mais importantes do cancioneiro nacional, “”Carinhoso”” foi composta no início do século XX. A nova versão, suingada e marcada por arranjos de cordas, percussão e beats — alinhando o clássico ao moderno — foi produzida por Rafael Ramos. O time de músicos participantes é formado por Jorge Helder (baixo), Gabriel de Aquino (violão), Felipe Ventura (cordas, arranjos e guitarra), Marcos Suzano (percussão e programação).

Elza Soares – Planeta Fome

Elza Soares lança “Planeta Fome”, o álbum que reúne as pontas e é uma religação do início de sua carreira com os dias de hoje. Elza ainda era aspirante a cantora quando foi ao programa “Calouros em Desfile”, na Rádio Tupi, apresentado por Ary Barroso. Ao vê-la vestida com trajes pobres, Ary perguntou: “De que planeta você veio, minha filha?”. Ela respondeu: “Do mesmo planeta que o senhor, do planeta fome”. Naquela época Elza achava que se tivesse alimentos para ela e para os filhos, não teria mais fome. O tempo passou e Elza continua com fome; fome de cultura, de dignidade, de educação, de igualdade e muito mais. E é disso que se trata “Planeta Fome”, é essa a história que ela conta nesse álbum.

Elza escolheu minuciosamente o repertório, selecionando o que queria cantar, o que fazia sentido nesse tempo de hoje. São 12 faixas, entre inéditas e regravações, incluindo uma composição própria — a primeira vez que grava uma música sua, trazendo a fome de Elza Soares em 2019. O disco tem participações de BaianaSystem, Orkestra Rumpilezz, Virgínia Rodrigues, BNegão, Pedro Loureiro e Rafael Mike. “Planeta Fome” foi produzido por Rafael Ramos e Elza Soares e gravado no Estúdio Tambor, no Rio de Janeiro.

Elza Soares, BaianaSystem – Libertação (Feat. Virgínia Rodrigues)

Libertação” é o primeiro single de “Planeta Fome”, novo álbum de Elza Soares. “Libertação” tem autoria de Russo Passapusso e foi gravada e produzida pelo BaianaSystem na Bahia. Depois, Elza Soares gravou vozes no Estúdio Tambor, no Rio de Janeiro. Batizada pela própria cantora, Libertação” ainda conta com a cantora Virginia Rodrigues como convidada e com arranjos de Letieres Leite executados pela sua Orkestra Rumpilezz.”

Elza Soares – O Tempo Não Para

Elza Soares vive um momento incrível em sua carreira. Acaba de lançar o aclamado álbum “Deus é Mulher”, sua vida será retratada em um musical teatral nos próximos meses e em breve será lançada uma biografia literária pelas mãos do jornalista Zeca Camargo. E para completar a boa fase a partir do dia 31 de julho sua voz poderá ser ouvida a noite na Rede Globo. Elza gravou uma versão do sucesso de Cazuza “O Tempo Não Para”, que será tema da nova novela das 19 horas da emissora. O single será lançado em todas as plataformas digitais no dia da estreia da novela homônima.

Elza Soares – Deus É Mulher

Grande estrela da música nacional, Elza Soares apresenta seu novo álbum, “Deus É Mulher”. O nome escolhido reflete a temática polêmica e engajada do disco sucessor do aclamado “A Mulher do Fim do Mundo” (2015). Se no trabalho anterior ela denunciava e propunha o fim de um tempo essencialmente machista e preconceituoso, no novo ela sugere uma era conduzida pela energia feminina. O álbum chega às plataformas digitais e em CD pela gravadora Deck e, também, em vinil e cassete pela Polysom.

“Deus É Mulher” foi gravado entre os estúdios Red Bull (São Paulo) e Tambor (Rio de Janeiro), com produção de Guilherme Kastrup e coprodução de Romulo Fróes, Marcelo Cabral (baixo e Bass Synth), Rodrigo Campos (cavaquinho e guitarra) e Kiko Dinucci (guitarra, sintetizador e sampler). O disco traz 11 faixas inéditas, assinadas por nomes como Tulipa Ruiz, Pedro Luís, Alice Coutinho e Rodrigo Campos, entre outros. Elza contou com a participação especial do rapper Edgar, em “Exú nas Escolas” (Kiko Dinucci/ Edgar), e do grupo Ilú Obá de Min na percussão e vozes de “Dentro de Cada Um” (Luciano Mello/ Pedro Loureiro) e “Banho” (Tulipa Ruiz).