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Teago Oliveira lança novo single

 Ouça o single

“Nada Se Repete” é a primeira música inédita lançada por Teago Oliveira desde seu debut solo “Boa Sorte” (Deck/2019). Ano passado Teago apresentou sua belíssima versão para “Esotérico” (Gilberto Gil) e agora, com seu novo single, o vocalista do Maglore reflete acerca das coisas que se repetem ao longo da história da vida, mas enfatiza que nada realmente se repete quando se trata das experiências vividas. Os amores não se repetem, as pessoas não se repetem. Tudo o que se repete são os adventos, os objetos, os comportamentos, coisas das quais podemos aprender a não repetir, para nosso bem.

 

“Nada Se Repete” (Teago Oliveira) já está disponível nos aplicativos de música.

 

Ficha Técnica

Produção: Lucas Gonçalves e Teago Oliveira

Engenharia de Som: Lucas Gonçalves e Teago Oliveira

Mixagem: Teago Oliveira

Masterização: Fábio Roberto no Estúdio Tambor

 

Teago Oliveira (voz, piano, synth, percussão, ukulele, violão, backing vocal)

Lucas Gonçalves (guitarra, percussão, backing vocal)

Nada Se Repete

Nada Se Repete é a primeira música inédita lançada por Teago Oliveira desde seu debut,
“Boa Sorte” (2019). O compositor reflete acerca das coisas que se repetem ao longo da
história da vida, mas enfatiza que nada realmente se repete quando se trata das
experiências vividas. Os amores não se repetem, as pessoas não se repetem. Tudo o que
se repete são os adventos, os objetos, os comportamentos, coisas das quais podemos
aprender a não repetir, para nosso bem.
Gravado em sua residência em Maio de 2021 e dividindo a produção com seu parceiro de
Maglore, Lucas Gonçalves, Teago tocou com os instrumentos que tinha em casa: peças
soltas de bateria, um ukulele velho, violão, guitarra, teclado e percussões improvisadas com
artefatos de cozinha, como saleiro, etc.

Teago Oliveira – Esotérico

A convite da série “Amor e Sorte”, da Rede Globo, Teago Oliveira fez uma belíssima versão de “Esotérico” (Gilberto Gil). Acompanhando apenas por uma expressiva guitarra tocada por ele mesmo, sua voz empresta a emoção necessária para interpretar esse clássico de Gilberto Gil.

Teago Oliveira – Boa Sorte

No disco de estreia de sua carreira solo, Teago envolve suas composições em elementos que criam uma paisagem sonora antiga, como mellotron, cordas e tambores. Ele também busca por uma estética mais percussiva e experimenta texturas que fogem de uma formação convencional de bandas com guitarra, baixo e bateria. Os arranjos, em sua maioria, foram nascendo no momento da gravação, sem que tivessem passado por uma etapa de pré-produção, assim como algumas vozes guias, que acabaram entrando na versão final.

Sua carreira como artista solo aparece no momento em que seu nome é destaque na música contemporânea brasileira. Recentemente, “Motor”, composta por ele e lançada originalmente pela Maglore, foi interpretada tanto por Gal Costa quanto por Pitty, que incluiu-a no seu álbum “MATRIZ” (Deck/2019). Além disso, sua “Não Existe Saudade no Cosmos” foi gravada por Erasmo Carlos e escolhida como single do disco “Amor é Isso” (2018). Produzido por Leonardo Marques no estúdio Ilha do Corvo, em Belo Horizonte, Teago foi à Minas Gerais dar cor ao seu lado mais cancionista. A mixagem e masterização são de Gui Jesus.

Teago Oliveira – Corações Partidos (Meu Querido Belchior)

Teago Oliveira, vocalista da banda Maglore, anuncia seu primeiro projeto solo. O álbum, que será lançado em setembro, era uma vontade latente de Teago de se aventurar em outros universos. Assuntos como o amor, a separação, nosso lugar no mundo, a nostalgia de lugares afetivos que nos acomete, os sentimentos de depressão, os impulsos vívidos e eufóricos de novas descobertas e a necessidade de enfrentar os tempos de hoje de maneira dura serão cantados no álbum.

A primeira música do projeto a ser apresentada ao público é “Corações em Fúria (Meu Querido Belchior)”. A canção é uma homenagem a Belchior e expressa uma vontade de Teago de ter escrito para Belchior da época do disco “”Alucinação”” e contar como está o mundo de hoje, como é semelhante e diferente ao mesmo tempo daquele mundo que ele cantava naquela época. A música tem aquela coisa melancólica e esperançosa, do mundo acabando e você de mãos dadas com quem você ama. Ao mesmo tempo fala de como as coisas são truculentas hoje em dia, e da ternura das lembranças da infância.

Teago Oliveira