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  • Track List
  • One Of These Days
  • Big Love
  • Will You Love Me
  • Gone Away
  • Steady Peace
  • Hot Toddies
  • Brazos
Big Inner
09/07/2013

Matthew E. White destaca-se como um improvável sucesso no cenário musical atual. O cantor, arranjador, guitarrista e compositor faz um estilo de música sem um gênero definido, com um pouco de mistério e extremamente bem formulada, que tem agradado muito a crítica especializada. “Big Inner” é seu primeiro álbum, lançado esse ano, e chega ao Brasil pelo selo Vigilante (Deck).

White nasceu em Virginia Beach (EUA) e, desde os tempos do colégio, já estava decidido a ser músico. Antes de cantor, ele era produtor, arranjador e tocava guitarra, depois decidiu compor e só então colocar sua voz nas canções. “Big Inner” não só é o início dessa nova fase da sua carreira, mas também é a concretização de um sonho: seu selo “Spacebomb”. Nesse álbum, ele usou o máximo desse projeto, que inclui seu estúdio, uma “banda da casa”, formada por Cameron Ralston (baixo) e Pinson Chanselle (bateria), os arranjadores Phill Cook (coro) e Trey Pollard (cordas) e uma equipe com mais de 10 músicos envolvidos no selo, que o ajudaram a criar suas canções incrivelmente elaboradas.

“Big Inner” mistura estilos americanos, como country, soul, funk, gospel e folk. O disco é composto por sete faixas, todas escritas por Matthew, sendo quatro em parceria com Andy C. Jenkins, e outras com colaborações de Cameron e James Wallace. Os temas apresentados fazem referência a situações comuns da vida humana, como amor, morte, busca e o encontro. A faixa de abertura, “One of These Days” começa calma, sem intro. White murmura o refrão, que fala de amor e já sinaliza o que está por vir em “Big Inner”. Outros destaques são “Big Love”, faixa que traz uma pegada funk aliada a um piano gospel, “Will You Love Me” e “Steady Place”.

No álbum, White faz tributos abertos a ídolos seus como Jimmy Cliff, Washington Phillips, Allen Toussaint e Randy Newman. Na música que encerra o disco, “Brazos”, ele canta trechos de “Brother”, de Jorge Ben, mostrando não só sua admiração pelo músico brasileiro, como também uma um duelo interno de sua crença religiosa.

Esse é o primeiro álbum daquele que pode ser, mesmo sem querer, uma das grandes revelações desse ano.


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