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Pitty e Josyara lançam versão inédita de “Anacrônico” dia 14 de agosto

DECK
04/08/2020
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admin

Quinze anos após seu lançamento, a música “Anacrônico”, da Pitty, ganha uma versão muito especial num dueto dela com a cantora e compositora baiana Josyara. Tudo começou quando Pitty viu, na internet , um vídeo de Josyara cantando e tocando “Anacrônico” no violão. Ela gostou tanto que teve a ideia de fazerem uma versão juntas. Assim, a cantora enviou sua gravação para Pitty, que inseriu percussão, piano e fez alguns vocais.

As duas comentam a parceria: “Algumas músicas atravessam o tempo e em cada escuta surge um novo sentir; ideias, vontade de realizar qualquer coisa: o movimento. Para mim ‘Anacrônico’ é tudo isso. Quando ouvi tive coragem, levei para o repertório do meu primeiro show aos 14 anos. Recentemente tive desejo de cantar de um jeito diferente mas com o mesmo despertar de antes. Alegria maior ainda é poder compartilhar com Pitty, grande influência que me trouxe para tantos lugares de sons e delírio de ser artista” – contou Josyara.

Pitty também se emocionou: “Fiquei encantada com a interpretação de Josyara. Já conhecia o trabalho dela, curto muito a pegada particular do violão, o timbre, as letras. E não imaginava que ela curtia meu som, foi uma surpresa boa, especialmente quando ela contou a história de ‘Anacrônico’. Quando vi na internet, a intuição logo chamou: junta essas cabeças aí”. Que bom que ela topou”.

“Anacrônico”, com Josyara e Pitty, será lançada dia 14 de agosto em todas os aplicativos de música, pela gravadora Deck.


Músicos de Pitty lançam projeto paralelo

DECK
31/07/2020
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admin

Por trás dos vários sucessos de Pitty que marcaram época no rock nacional, há também uma excelente banda, com músicos experientes e criativos. Três deles, Martin Mendonça, Gui Almeida e Paulo Kishimoto, se juntaram para criar o álbum “Martin, Kishi & Gui, Vol. 1″, que chega hoje (31) aos aplicativos de música, pela gravadora Deck.

O disco foi gravado remoto, com os músicos produzindo suas partes nos próprios home studios. Martin Mendonça (guitarra), Gui Almeida (baixo) e Paulo Kishimoto (teclados) trouxeram suas ideias e cada um gravou, em totalidade, três das nove faixas do repertório, tornando-o variado e com um pouco das influências e inspirações de cada artista. As faixas de Kishimoto ainda contaram com participações de Mônica Agena — em “Two Lines Of Tought” e “Line Of Tought” — e Pedro Prado — em “Focused”.

Inteiramente instrumental, o álbum é definido por Martin como “bem introspectivo, um retrato de si mesmo”. Repleto de sintetizadores, o disco alinha sons eletrônicos com guitarras e baixo, explorando timbres lo-fi e chiptunes — melodias ao estilo de trilha sonora de videogames antigos. “Quando estamos só nós três é muito diferente, mas uma coisa sempre se mistura com a outra para somar. Esse entrosamento a gente ganhou através dos anos de rolê com Pitty”, completou.

Há 15 anos comandando as guitarras de Pitty, Martin tem a companhia de Gui Almeida desde 2013 e de Kishimoto desde 2014. Juntos a Daniel Weksler (bateria) eles formam a banda de Pitty e participaram inteiramente do processo de criação, gravação e turnê do mais recente álbum da cantora, “MATRIZ” (Deck/ 2019).

Ouça o álbum: https://martinkishiegui.lnk.to/MartinKishieGuiVol1PR


The Mönic lança o clipe de “Just Mad (Acoustic)”

DECK
30/07/2020
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admin

A The Mönic lança, nesta quarta-feira (29), o clipe de “Just Mad (Acoustic)”. A faixa é a terceira de quatro gravadas durante a quarentena e que a banda divulga ao longo dos meses. O clipe de “Just Mad (Acoustic)” — cuja versão original faz parte do álbum “Deus Picio” (Deck/ 2019) — foi gravado por cada musicista em sua casa e no formato vertical 9:16, voltado para dispositivos móveis.

Em seus versos, a canção retrata a agonia de uma mulher vivendo em meio às pressões sociais e abusos, como quando “insistem em querer definir o seu estado psicológico, considerando-a brava, triste ou louca demais, geralmente numa tentativa de culpá-la pelos erros dos outros”, explica a guitarrista e vocalista Ale Labelle, responsável pelos vocais da música. Muito além de transcrever riffs da guitarra ao violão, a The Mönic procurou criar algo novo. “Cada uma, no seu universo de ideias, trouxe influências para o som”, explicou a também guitarrista e vocalista Dani Buarque. Esse universo também foi explorado visualmente, e no clipe cada integrante da banda é representada por uma cor: Dani pelo azul, Daniely Simões (bateria) pelo roxo, Ale pelo rosa e Joan Bedin (baixo) pelo amarelo. O clipe de “Just Mad (Acoustic)” retrata as integrantes da banda em suas casas, realçando a estética, hábitos e rituais que fazem parte da expressão e trabalhos artísticos em tempos de isolamento social. “Acho que é um dos clipes que mais ficamos à vontade. Virou um dos nossos favoritos mesmo tendo sido feito de modo mais independente”, completou Dani, que editou o vídeo antes de Joan fazer a finalização.

A capa do single tem uma premissa semelhante e é uma ilustração especial de Vivi Leitão Bergè — a terceira da série que retrata a vida de cada uma das integrantes da The Mönic durante o isolamento. A escolhida da vez é Ale Labelle.


Elza Soares e Flávio Renegado fazem seu manifesto antirracista no clipe de “Negão Negra”

DECK
30/07/2020
|
admin

Continuando a comemoração de seus 90 anos, Elza Soares se junta a Flávio Renegado para lançar o clipe de “Negão Negra” (Flávio Renegado/ Gabriel Moura). Um manifesto antirracista que escancara injustiças sociais através de colagens e imagens de protestos contra a discriminação, o vídeo também tem participação dos artistas e já está disponível no canal da cantora no YouTube. A faixa ainda pode ser ouvida em todos os aplicativos de música, pela gravadora Deck.

“Estamos atravessando um momento chato, mas lutamos contra esse horror do preconceito racial. Para isso canto uma música que fala lindo de nossa Mãe África, uma mamãe preta. O Flávio Renegado é bom demais e pedimos atenção à letra da música: uma letra que deixo ‘modernona’ ao meu jeito”, comentou Elza.

Com batidas eletrônicas e ritmo típico do rap, “Negão Negra” une duas gerações de músicos brasileiros em torno de uma luta atemporal contra as injustiças sociais que sempre existiram. Essas injustiças também são retratadas no clipe da música — dirigido por Pablo Gomide —, que mostra os bastidores das gravações em estúdio intercalados com denúncias e informações acerca da violência racial e truculência policial comuns no Brasil. No fim, ainda há uma homenagem a pessoas negras que perderam suas vidas por conta do racismo. As imagens foram gentilmente cedidas pela Mídia Ninja e pela espanhola Noon Films. A edição e finalização do vídeo foi assinada por Flora Servilha e a concepção artística por Pedro Loureiro.

“Essa música é um presente do início ao fim. Tanto por compor ao lado desse gigante chamado Gabriel Moura quanto pelo prazer indescritível de fazer um dueto com a Voz do Milênio. Elza é a síntese de tudo pelo o que luto e acredito; uma mulher preta que sempre lutou e nunca se deixou calar e conseguiu chegar lá. Essa música é o meu hino, uma prece, uma conexão direta com meus irmãos e os nossos ancestrais”, completou Flávio Renegado.

Esse é o terceiro lançamento de Elza Soares em 2020, vindo em sequência à versão que fez — com direito a clipe — de “Juízo Final”, de Elcio Soares e Nelson Cavaquinho e “Carinhoso”, imortalizada por Pixinguinha e João de Barro.

Ouça o álbum: