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Mostrando versatilidade musical, Breno Miranda lança seu novo EP “Origens”

DECK
27/03/2020
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admin

Nesta sexta-feira (27), o cantor, compositor, instrumentista e DJ Breno Miranda lança seu novo EP. Com 5 faixas, “Origens” revela um artista que vai muito além da música eletrônica, estilo que o consagrou em hits como “Sede Pra Te Ver” e “Cante Por Nós”. Produzido por Rafael Ramos, o registro chega aos aplicativos de música pela gravadora Deck.

A faixa de abertura “Teu Canto” se inicia com um marcante riff de violão inspirado por artistas como Alceu Valença e Nando Reis. A letra da música surgiu de um sonho que Breno teve anos atrás. A partir dessa visão, ele se juntou a João Cruz para trabalhar a canção, finalizada no Estúdio Tambor com a produção de Rafael Ramos e Jones. O clipe de “Teu Canto” foi filmado em belos cenários no interior de São Paulo e conta com a participação da atriz Paula Gioccori.

“Bem Maior” mescla instrumentos acústicos e batidas eletrônicas confirmando a versatilidade de Breno Miranda. Acompanhado por André Vasconcellos (baixo), Fernando Caneca (guitarra), Jones (teclados e arranjos), Bernardo Martins (teclado e programação) e Ju Martins (coro), Breno buscou refletir sobre a lei do retorno para escrever os versos. “Ao longo da vida sempre tive moedas de troca ruins ao ajudar o próximo e criei essa letra para afirmar que a persistência em agir bem é o melhor que posso fazer para mudar o mundo”, pontuou.

Vibrante e marcada por um pique de dub reggae, “Praia e Violão” foi inspirada diretamente por um belo pôr-do-sol que o mineiro presenciou. Se definindo como “alguém que não teve muita paz e sossego ao longo da vida”, Bruno se mantém positivo cantando sobre a busca por um descanso físico e espiritual. Ainda dentro da análise de sua trajetória, em “Erros” Breno Miranda retorna às origens não apenas suas, mas de seus avós, que também influenciaram-no musicalmente. O andamento dos clássicos boleros e valsas serviu como embrião para a música, que entrega essa base com uma roupagem moderna.

Encerrando o EP, “Volta” surgiu para superar e refletir sobre um término amoroso do qual o artista se via dividido em relação aos sentimentos. Originalmente um reggae, foi por influência de Rafael Ramos que o instrumental foi encorpado e se tornou um reggaeton.

Fazendo jus ao título, “Origens” ilumina o caminho trilhado por Breno Miranda numa síntese do que ele percorreu até aqui. As letras reúnem passagens de sua vida, dando ao ouvinte uma boa noção de sua história. O instrumental demonstra que o DJ vai muito além das pick-ups, bebendo da fonte dos grandes violonistas brasileiros até ícones do folk como o sueco José González. Essas ideias, alinhadas a um talentoso time, deram origem às cinco faixas que transmitem a verdade de uma das revelações da música nacional atual.

Ouça o EP: https://brenomiranda.lnk.to/OrigensEPPR


Antonio Adolfo e Leila Pinheiro lançam clipe de “Teletema”

DECK
26/03/2020
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admin

Recentemente Antonio Adolfo se reuniu com Leila Pinheiro para juntos regravarem clássicos da longa parceria criativa de Antonio com Tibério Gaspar. Uma dessas novas versões, “Teletema”, foi filmada com a participação de todos os músicos durante as sessões de gravação do álbum e deu origem a um videoclipe.

O pianista carioca e a cantora paraense comandam a performance no Estúdio Tambor, no Rio de Janeiro. As filmagens de Pedro Hansen receberam colorização em tons de cinza, se alinhando ao projeto visual do álbum “Vamos Partir Pro Mundo – A Música de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar”.

Trilha sonora da novela “Véu de Noiva” (Rede Globo, 1969/70), “Teletema” foi influenciada pelo estilo do pianista francês Michel Legrand e a letra conta um final triste de um relacionamento de Tibério com uma namorada, que morreu num acidente de automóvel exatamente enquanto os versos da canção eram escritos. A tragédia, juntamente com o finado romance e todo o momento, acabou por ditar o tom da letra. Originalmente gravada pela cantora Regininha, “Teletema” foi vice-campeã da Olimpíada da Canção de 1970, em Atenas (Grécia). A nova versão, em compasso ¾, ganhou um interlúdio cujo piano é acompanhado pelo trompete de Jessé Sadoc. Iluminando tudo, Roberto Menescal toca guitarra na faixa e os notáveis Marcio Bahia (bateria) e Jorge Helder (contrabaixo) completam o time de músicos.

“Vamos Partir Pro Mundo – A Música de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar” é um lançamento da Deck, disponível em todos os aplicativos de música e em CD.

Ouça o álbum: https://antonioadolfoleilapinheiro.lnk.to/VamosPartirProMundoPR


Pedro Luís relança tributo a Luiz Melodia em edição de luxo

DECK
20/03/2020
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admin

O cantor e compositor Pedro Luís decidiu homenagear Luiz Melodia com releituras de suas músicas no álbum “Vale Quanto Pesa – Pérolas de Luiz Melodia” (Deck/ 2018). Produzido por Rafael Ramos, o disco buscou, de acordo com Pedro, “fazer reverência e referência aos detalhes dos arranjos originais tão marcantes, mas sem que isso soasse como cover”. Agora, a versão de luxo do trabalho chega aplicativos de música com seis faixas inéditas.

Um dos destaques da nova edição é o single “Feto, Poeta do Morro” (Luiz Melodia). Originalmente criada para o disco “Pérola Negra” (1973), a música foi censurada pela ditadura e jamais lançada antes. Eis que a viúva de Melodia, Jane Reis, cedeu a composição para que Pedro tivesse tal honra. “Feto, Poeta do Morro” traça paralelos entre o Rio de Janeiro no qual o Luiz Melodia cresceu e as peculiaridades do Brasil setentista. “A canção acha cabimento nos dias atuais ao falar de um Rio e uma Guanabara tão sofrida, nos fazendo imaginar que o poeta poderia ter feito essa obra essa semana”, explicou Pedro Luís, que recebeu a datilografia original da letra para iniciar os trabalhos. O papel continha até mesmo o carimbo da Censura Federal.

Entre as outras novas faixas, há também “Forró de Janeiro” (Luiz Melodia), “Farrapo Humano” (Luiz Melodia) e “Maura”, composta pelo pai do cantor, Oswaldo Melodia. Completando a lista, “O Caderninho” (Olmir Stocker) e “Negro Gato” (Getulio Cortes), que não foram compostas por Melodia mas foram eternizadas por suas marcantes voz e performance.

Ficha Técnica
*Faixas extras de “Vale Quanto Pesa – Pérolas de Luiz Melodia” (Edição de Luxo)
Produzido por Rafael Ramos
A&R: João Augusto
Coordenação de Produção: Bruno Pegos e Heloisa Marinho
Gravado por Matheus Gomes no Estúdio Tambor
Mixado por Vitor Farias no Estúdio Tambor
Assistente de Gravação e Mixagem: Fábio Roberto
Masterizado por Fabio Roberto no Estúdio Tambor
Concepção da capa e Direção de arte: Bianca Ramoneda
Cenografia: Sérgio Marimba
Fotos: Nana Moraes
Designer gráfico / Finalização: Leandro Arraes (Deck)

Feto, Poeta do Morro (Luiz Melodia)
Voz: Pedro Luís
Guitarra e Violão: Fernando Caneca
Bateria: Elcio Cáfaro
Teclado e Piano: Pedro Fonseca
Baixo: Miguel Dias
Percussão: Thiago da Serrinha

Forró de Janeiro (Luiz Melodia)
Guitarra e Voz: Pedro Luís
Guitarra: Paulo Rafael
Bateria e percussão: Elcio Cáfaro
Baixo: Miguel Dias
Teclado e Piano: Pedro Fonseca

Farrapo Humano (Luiz Melodia)
Guitarra e Voz: Pedro Luís
Guitarra e Violão: Fernando Caneca
Baixo: Miguel Dias
Percussão: Thiago da Serrinha
Bateria: Elcio Cáfaro
Cuíca: Fabio Miudinho
Teclado e Piano: Pedro Fonseca

O Caderninho (Olmir Stocker)
Guitarra, Percussão e Voz: Pedro Luís
Teclado: Pedro Fonseca

Maura (Oswaldo Melodia)
Banjo e Voz: Pedro Luís
Bateria: Elcio Cáfaro
Baixo: Miguel Dias
Bandolim e Percussão: Thiago da Serrinha
Teclado e piano: Pedro Fonseca

Negro Gato (Getúlio Cortes)
Guitarra e Voz: Pedro Luís
Bateria: Elcio Cáfaro
Teclado: Pedro Fonseca
Baixo: Miguel Dias
Percussão: Thiago da Serrinha
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Andressa Hayalla lança o EP “Eu Também Sei Fazer”

DECK
20/03/2020
|
admin

Andressa Hayalla, representante da nova geração do pagode, começou a cantar na igreja e lá fomentou o gosto pela música. Seu talento a levou ao The Voice Brasil, chegando até às fases finais do programa. A fluminense de Belford Roxo lança hoje (20) seu novo trabalho, o EP “Eu Também Sei Fazer”. A novidade chega aos aplicativos de música pela gravadora Deck.

Destaque num ambiente predominante marcado por homens, Andressa não se intimidou e escolheu interpretar faixas que abordam diversas questões sentimentais sob a ótica feminina. O repertório do EP, formado por “Juntando os Cacos” (Edgar do Cavaco/ Marquinhos de Moraes), “Eu Também Sei Fazer” (Douglas Lacerda/ Edgar), “Melhor Amiga” (Douglas Lacerda/ Valtinho Jota), “Vou Pensar No Seu Caso” (Davidson Douglas) e “Vergonha na Cara” (Edgar/ Moraes) reforça a personalidade marcante da cantora que não titubeia para dar seu recado. “Vemos muitas cantoras por aí, mas não tanto dentro do pagode. Então, a ideia é trazer um som com pegada mais pop flertando com o pagode, que seja a cara da mulher brasileira; principalmente a negra. Tivemos muito cuidado para expressar os sentimentos, as mensagens, para que fosse algo positivo, com clareza e sem ferir ou ofender ninguém desnecessariamente. São músicas que todos podem cantar e curtir, acima de tudo”, detalhou Andressa.

De acordo com ela, a escolha das canções visou reforçar o papel das mulheres na sociedade, dando força e empoderando às pautas femininas. Junto aos autores, Andressa buscou incluir versos pertinentes às suas vivências. “Cada letra retrata uma situação diferente em que mulheres se inserem. Elas falam sobre mulheres empoderadas, com atitude e decisão. Eu quis realçar que elas são donas de si e independentes para agir. Por outro lado, também quis destacar um lado íntimo mais frágil, cantando sobre personagens que passaram por momentos difíceis como traição e comportamentos tóxicos”, explicou.

Produzido por Edgar do Cavaco, “Eu Também Sei Fazer” foi gravado no Estúdio Tambor, da Deck. Mixagem e masterização ficaram por conta de Vitor Farias.

Ouça aqui: https://andressahayalla.lnk.to/EuTambemSeiFazerEPPR