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Toquinho lança nova versão de “Aquarela” com participação de Camilla Faustino

DECK
09/04/2021
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admin

O cantor, compositor e violonista Toquinho lança hoje (9) uma nova versão para um dos seus maiores clássicos, “Aquarela”. Dessa vez ele convidou a cantora Camilla Faustino, que deu um colorido especial à gravação. Ela conta um pouco sobre a experiência: “Achei um desafio a princípio, pois me lembro sempre de ter ouvido e cantado essa canção durante toda minha infância e adolescência, mas depois que fiquei adulta não me atrevi a cantar mais” – comenta.

 

Camilla interpretou à sua maneira, com leveza e suavidade, sem, no entanto, fugir do que a canção pede. “Quando fomos para o estúdio gravar, Toquinho soube, mais uma vez, me abrir o caminho necessário para que eu pudesse explorar algo já conhecido como se fosse inédito. Foi uma experiência realmente surpreendente; ficou orgânico, natural e fluido. Eu amei participar” – finaliza a cantora.

“Aquarela” (Toquinho), que contou com a produção de Rafael Ramos, foi gravada especialmente para o projeto Sessions JB, da rádio JB FM (Rio de Janeiro), e já está disponível em todos os aplicativos de música, pela gravadora Deck.


Fernando Caneca homenageia “Refazenda”, de Gilberto Gil

DECK
19/03/2021
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admin

O compositor, violonista e guitarrista Fernando Caneca fez uma homenagem ao álbum “Refazenda”, clássico de Gilberto Gil lançado em 1975. Ele criou novos arranjos para as 11 faixas do disco original e para “Rato Miúdo”, canção que faria parte do álbum mas que foi censurada pelo regime militar, sendo liberada somente em 2016.

Tudo começou em seu perfil do Instagram (@fernandocanecaoficial), no qual se apresenta tocando músicas pedidas por seus seguidores. Pesquisando seu repertório, percebeu que já tocava várias músicas de “Refazenda” e, a possibilidade de gravá-las começou a surgir. “A primeira ideia era de ser um disco instrumental, cru, de violão e percussão, mas com o tempo isso foi mudando e acabei incluindo mais instrumentos como bandolim, violoncelo e baixo, conforme a música” – comentou Caneca.

Juntamente com Jr Tostoi, produtor do projeto, Fernando Caneca decidiu por sublinhar cada uma das faixas com convidados diferentes, tendo a espontaneidade de cada um deles contribuído para o resultado final, que recebeu o título de “Refazendo”.

 

A maioria das canções é interpretada por ele e mais um convidado. Artistas como Lenine, Mart’nália, Roberta Sá, Pedro Luís, Paulinho Moska, Arthur Maia (in memoriam), entre outros, somam seus talentos ao de Fernando Caneca nesta homenagem. Um álbum que apresenta um novo ponto de vista sobre uma obra atemporal.

“Refazendo” já está disponível nos aplicativos de música, através da gravadora Deck.


Luna Vitrolira lança single e clipe de “Ajoelha e Reza”

DECK
15/03/2021
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A multiartista pernambucana Luna Vitrolira lança o single “Ajoelha e Reza”, primeiro de seu álbum “Aquenda – O amor às vezes é isso”, homônimo ao seu livro de poemas. Neste trabalho, ela une poesia e música em 10 faixas autorais, a partir das experiências sonoras com base na corporeidade de sua voz, bem como na estética e rítmica dos poemas; também na diversidade artística e cultural de seu universo como jovem negra de periferia. Dessa forma, piano, sintetizadores, beats eletrônicos e percussões resultaram em uma sonoridade plural, com harmonias e polifonias não convencionais dentro da estrutura pop contemporânea, que põe em diálogo suas influências musicais como jazz, swingueira, brega-funk, rap, maracatu, coco e outros ritmos insurgentes.

O trabalho é um projeto artístico que será lançado junto com um curta-metragem dirigido por Gi Vatroi e Aida Polimeni, cuja trilha sonora é composta por 7 faixas do disco, integrando literatura, música, performance e cinema, resultado da personalidade caleidoscópica de Luna Vitrolira.

O clipe de “Ajoelha e Reza” dá uma mostra do que vem por aí. A produção musical e os arranjos são assinados por Amaro Freitas. O livro foi lançado em 2018 e o álbum – fruto de períodos de imersão, estudo e criação ao longo dos últimos 3 anos – será lançado em todas as plataformas digitais dia 26 de março, pela gravadora Deck, juntamente ao curta-metragem.

Em sua narrativa, o disco “Aquenda – O amor às vezes é isso” fala sobre o amor e questiona o modelo romântico ocidental, discutindo temas que envolvem a relação histórica da mulher com a sociedade e o sagrado ancestral. “O single ‘Ajoelha e Reza’ diz, à primeira vista, sobre prazer, mas, considerando as várias camadas da letra, também trata de autopertencimento e consciência do poder que as mulheres têm e podem exercer sobre si mesmas, como caminho para alcançar a plenitude cósmica” – conta Luna. O arranjo da música apresenta estrutura pop e foi pensado para potencializar o conceito e a atmosfera de liberdade, para representar sonoramente a força majestosa que toda mulher tem dentro de si.

Sobre Luna Vitrolira
Aos 28 anos, Luna Vitrolira é escritora, poeta, atriz, performer, apresentadora, Mestra em Teoria da Literatura, pesquisadora da poética das vozes e da poesia de improviso do Sertão do Pajeú/PE. Idealizadora dos projetos “De Repente uma Glosa”, “Mulheres de Repente” e “Estados em Poesia”, iniciou sua trajetória aos 15 anos como declamadora de poemas no universo da literatura oral e de Cordel. Ao completar 10 anos de carreira publicou seu primeiro livro de poemas, “Aquenda – O amor às vezes é isso”, finalista do prêmio Jabuti 2019, que recebeu destaque da crítica nacional.


Alceu Valença lança o álbum “Sem Pensar no Amanhã”

DECK
15/03/2021
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admin

“Sem Pensar no Amanhã” é o título do novo álbum de Alceu Valença, o primeiro voz e violão de sua carreira, que chegou hoje (12) aos aplicativos de música, pela gravadora Deck. São onze faixas em que o artista recria suas canções, entre o essencial e o intimista: tem releituras de sucessos (“La Belle de Jour”, “Táxi Lunar”, “Estação da Luz”), temas sempre requisitados pelos fãs (“Iris”, Marim dos Caetés”), além de frevos (“Chego Já”, “Pirata José”) e o samba inédito que dá título ao álbum, “Sem Pensar no Amanhã”. É o primeiro de uma série de lançamentos de Alceu neste formato.

 

Em quarentena desde março, Alceu Valença aproveitou o período de incerteza para tocar violão como nunca em sua casa no Rio. Acostumado a passar mais tempo na estrada do que em casa, de um momento para outro o artista andarilho viu-se obrigado a recriar seu cotidiano sem tempo de pensar no amanhã. O violão acabou sendo sua melhor companhia.

 

Os dias passavam lentamente e Alceu aproveitava para apurar a técnica: buscou novas maneiras de interpretar seus sucessos, reinventou tesouros escondidos de seu repertório, descortinou músicas inéditas, trafegou do frevo ao samba, do xote blues ao frevo-de-bloco. Meses depois, entrou no Estúdio Tambor (Rio de Janeiro) munido do violão e de múltiplas ideias. O que a princípio seria um álbum simples acabou por tornar-se uma série de lançamentos digitais. Foram cerca de 30 músicas, gravadas entre novembro e janeiro, com produção de Rafael Ramos.

 

Primeiro dos três álbuns previstos para este ano, “Sem Pensar no Amanhã” sai no dia do aniversário de Olinda e Recife, duas das matrizes sonoras do compositor. Na definição de Alceu, o álbum segue uma espécie de roteiro cinematográfico: “Gosto de inventar um roteiro em meus discos e mesmo nas apresentações ao vivo. Um álbum pode ser pensado como uma viagem ou um filme. A câmera vem da praia de Boa Viagem em “La Belle de Jour”, sobrevoa igrejas de Olinda em “Mensageira dos Anjos”. Viajamos no “Táxi Lunar”, no trem da “Estação da Luz”, vamos até a ilha de Itamaracá e a praia de Marinha Farinha com a “Ciranda da Rosa Vermelha”. A música leva a lugares onde a quarentena nos impede de chegar” – explica Alceu.

 

E como não há vírus capaz de deter a poesia, o cantor nos conduz ao imaginário carnavalesco olindense. No frevo “Chego Já”, saúda blocos históricos como Elefante, Pitombeira, Segura a Coisa. Trafega por mares de Holanda, Luanda e Salvador no bloco das flores de “Pirata José”. Originalmente um frevo-de-bloco, o “Beija-Flor Apaixonado” ganha contornos de samba, a exemplo da inédita “Sem Pensar no Amanhã”, que celebra a magia carnavalesca da cidade histórica.

 

Passada a folia imaginária, o canto dos rouxinóis e dos concrizes surge entre papoulas vermelhas pelo encanto de “Iris”. “Marim dos Caetés” remete ao nome indígena ancestral da Olinda guerreira. O artista – e a cidade – ressurgem revigorados em sua essência.

 

“Há anos eu não passava tanto tempo com meu violão. Acho que desde a época em que morei em Paris, na década de 70. Era preciso me manter produtivo no meio de tudo isso e então decidi gravar todo o material que venho praticando ao longo de tantos meses” – anuncia o cantor.