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Lô Borges lança esse mês DVD ao vivo

DECK
09/08/2018
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admin

Com apenas 20 anos de idade, Lô Borges apresentou dois álbuns que seriam clássicos da música brasileira. A estreia do Clube da Esquina e o seu primeiro disco solo, homônimo, mas que ficou conhecido como “disco do tênis”, ambos lançados em 1972. Mais de 40 anos depois, o cantor e compositor mineiro revisitou essas obras e saiu em turnê com o seu repertório. Devido ao grande sucesso de público e crítica, ele decidiu registrar esse momento especial em um DVD que chega às lojas esse mês pela Deck.

O registro foi gravado ao vivo no Circo Voador, em março de 2018, com direção de Daniel Ferro. Seu repertório traz 24 canções, todas de autoria de Lô. Entre elas as 15 faixas do “disco do tênis”, as canções que escreveu para o disco “Clube da Esquina” e “Para Lennon & McCartney”. Para fazer ao vivo a mistura de rock, mpb e jazz, com um toque de experimentalismo, que faz dele uma referência no Brasil e no mundo, ele foi acompanhado pela banda formada por Pablo Castro (direção musical, voz, violões, piano, guitarra e vocais), Gui de Marco (violões, guitarras, percussão e vocais), Paulim Sartori (contrabaixo, bandolim, percussão e vocais), D’Artagnan Oliveira (bateria, percussão e vocais), Dan Oliveira (guitarras, violões, percussão e vocais) e Alê Fonseca (teclados e programações).


Hamilton de Holanda lança discos em homenagem a Jacob do Bandolim esse mês

DECK
08/08/2018
|
admin

Hamilton de Holanda lança esse mês nas plataformas digitais a série de discos em homenagem ao centenário do mestre Jacob do Bandolim. Em cada álbum, o bandolinista imprimiu características de diferentes estilos musicais em clássicos do cancioneiro de Jacob. O primeiro dos quatro foi lançado em abril, no Dia Nacional do Choro, “Jacob 10ZZ”. Nessa sexta-feira (10), ele apresenta “Jacob Bossa”.

Ainda em agosto, um por semana, serão lançados os títulos “Jacob Black” e “Jacob Baby”. Eles chegam às lojas juntos em um box de luxo em setembro, pela Deck.


Paulinho Moska lança novo álbum

DECK
06/08/2018
|
admin

Já está disponível em todas as plataformas digitais e também em CD, “Beleza e Medo”, disco de inéditas de Paulinho Moska, lançado pela gravadora Deck.

Que beleza”…em tempos de pouca fé e muito ódio, Moska abre seu novo álbum falando, fuçando, apontando “Beleza e Medo”, assim, complementares que são, com letras maiúsculas. Um artista que sempre cantou principalmente o amor e seus desdobramentos, se sente compelido a afiar a língua em outras direções, sinal dos tempos e de sua necessidade de falar o que está vendo e sentindo na pele. Ele lança seus dardos-pensamentos-canções em direção ao alvo perfeito que somos nós, seus ávidos ouvintes, acostumados ao alento que sua arte sempre nos proporcionou. Diz ele que era pra ser um álbum só de amor, mas a angústia de quem vive e vê fez com que a necessidade de se colocar sobre o que temos sofrido escorresse também a urgência do caos para a cena de algumas composições. E falar disso não é também amor?

Mas para cada queda, um voo. Para cada abismo, um par de asas. Assim vai nos salvando do ordinário da vida a audição dessas dez vibrantes canções. A pegada é muitas vezes rock’n’roll, universo que Moska frequenta muito bem e está finamente acompanhado para isso e muito mais. Mas a abertura, com a pensativa “Que Beleza” é macia, suingada, convida o ouvido a enxergar e pensar o Belo, através da arte e da evolução. O jeito Moska de ser, onde há sempre mais beleza por vir, como anuncia e cumpre! A produção, assinada por Liminha, traz excelência e bela sonoridade. As exuberantes baterias são irmãmente revezadas entre Adriano Trindade e Adal Fonseca, entre firmeza, suingue e linda afinação. Rodrigo Tavares pilota com sensibilidade os teclados todos. Rodrigo “Suricato” Nogueira sela cada vez mais esse encontro com o universo amplo de Moska, através de seus sons e intervenções sempre extremamente inspirados, assinados com sua guitarra.

O álbum traz uma urgência nos assuntos e na voz. Moska, mais do que nos acolher, nos convoca. Existe um chamado de multidão, inclusive na pegada roqueira, pra poder dizer “mas pra que morrer hoje, se amanhã eu estarei melhor? Viver pra sempre ninguém pode, o jeito é não ficar só!” E ele deu seu jeito, pois seus álbuns não costumam apresentar muitas parcerias, acostumado e vitorioso ao compor sozinho, confirma aqui a caneta de Carlos Rennó, que mais uma vez comparece e com ele assina três faixas, dando o tom de manifesto, que lhe é peculiar, na necessária “Nenhum Direito a Menos”, que já na primeira audição nasce pertencendo a todos nós, que sentimos o ímpeto legítimo e urgente de dizer “não” ao que nos afunda como povo e nação.

Logo depois, para quem ainda como eu, gosta de um roteiro, a irresistível “Pela Milésima Vez”, primeira parceria com Zeca Baleiro, que para além de Noel Rosa, jura em sua letra, não mais amar pela milésima vez e “não chorar como um compositor”. O que seria de nós, sem os poetas fingidores? Que seja a primeira de mil parcerias desses vizinhos de geração!

“Medo do Medo”, parceria com Zélia Duncan (a felizarda eu!), faz contraponto mais explícito com a Beleza que também o contém! E “pelo que há nela de fragilidade e de incerteza”, como diz um certo poeta. Traz também uma composição diferente. É um reggae nada preguiçoso, cheio de vigor e vontade de olhar o medo dentro dos olhos. O baixo de Liminha anuncia a base e faz a bela locomotiva seguir em frente, sem olhar para trás.

Nosso usualmente doce cantor, até para falar de assuntos amargos, prepara o terreno com explosões de beleza e uma irremediável esperança. Se você continua seguindo o roteiro, vai terminar de ouvir esse novo trabalho deixando nos ouvidos duas canções de amor, desse amor que o autor tanto usa como matéria prima principal de sua vida e sua música, despudoradamente amorosa.

Estamos mais desumanos, é fato, que a arte sempre nos salve, nos (re)humanize, nem que seja pelo tempo que durar uma dessas canções! E afinal, do caos não se faz a luz?

Os shows de lançamento serão dia 1 de setembro no Circo Voador (RJ) e dia 21 de setembro na Casa Natura (SP).

Para ouvir “Beleza e Medo”: http://paulinhomoska.lnk.to/BelezaEMedoAlbumPR

Para assistir o clipe “Minha Lágrima Salta”:

Release, capa e fotos: http://www.batucadacomunicacao.com/site/imprensa-2/

Ficha Técnica
Produzido por Liminha
Direção Artística: Moska
Arranjos: Liminha, Moska e músicos participantes
Gravado por Marcelo Saboya no Estúdio Nas Nuvens (RJ) entre Outubro/17 e Abril/18
Mixado por Liminha, Marcelo Saboya e Moska
Masterizado por Carlos Freitas (Classic Master)
Produção Executiva: Vicente Barros

Moska: voz e violões
Liminha: baixos e violão 12 cordas (faixa 09), percussão (faixa 1) e guitarras (faixas 1 e 2)
Rodrigo Nogueira: guitarras, violão (faixa 09)
Rodrigo Tavares: teclados
Adriano Trindade: bateria (faixas 1, 3, 6, 7 e 9)
Adal Fonseca: bateria (faixas 2, 4, 5, 8 e 10)

Projeto Gráfico: Moska
Fotos: Flora Negri
Finalização e Lettering: Leandro Arraes (Deck)

Mais informações: http://www.deckdisc.com.br/


Vanguart lança clipe de “Tudo que Não For Vida”

DECK
02/08/2018
|
admin

Há menos de um mês o Vanguart apresentou a versão do deluxe do seu mais recente álbum, “Beijo Estranho” (Deck/ 2017). Nela, além das canções do disco, sucesso de público e crítica, eles apresentaram três faixas inéditas. A primeira delas, “Tudo que Não For Vida”, de autoria de Helio Flanders (voz, violão e piano) e Reginaldo Lincoln (voz e baixo), tem seu clipe oficial disponibilizado hoje no YouTube.

A canção, de arranjo mais pop, com letra direta e forte, teve suas imagens gravadas em Itararé (SP), com direção, roteiro e dança de Olívia Niculitchef. “A música é algo muito potente, é um dispositivo de transformar o espaço e os corpos. ‘Tudo que não for vida’ me traz uma sensação muito grande de liberdade, de correr, dançar, gritar, de ventania. Me fazia muito sentido ser o primeiro clipe da banda que tivesse alguém dançando e eu quis também trazer seus corpos para a imagem de uma forma verdadeira. Me interessava propor uma experiência, uma vivência. Por isso também não quis que tivesse imagens no clipe deles cantando e o único instrumento que aparece é o violino, que entra na narrativa mais como uma ação em si do que a representação da própria música”, conta Olivia.

“A Olívia soube nos colocar em momentos de profunda meditação com a dança e nos conectar de maneira inexplicável com o ambiente. As imagens em que estamos dançando, correndo, são, seguramente, um dos momentos mais íntimos da história da banda já registrados, e pra mim combinam de maneira muito forte com a canção”, diz Helio. A diretora ainda completa dizendo “que foi mesmo um encontro bem bonito: um encontro da criação desse vídeo com essa música e um encontro dos corpos que criaram isso tudo”.

Para assistir, acesse: