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Elba Ramalho lança o álbum “O Ouro do Pó da Estrada”

DECK
30/11/2018
|
admin

É lindo ouvir o 38° disco da carreira vitoriosa e a todo vapor de Elba Ramalho e ter vontade de levantar, pular, fazer alguma coisa importante imediatamente. Elba faz, sempre fez. Elba e sua energia renovada a cada manhã, tem um pé no sertão da sua terra e o outro no mundo. Se conhece a palavra “medo”, a ignora solenemente, a ponto de esvaziá-la de sentido. Até sarau na casa de Elba, vira Rock in Rio unplugged! Nunca vou esquecer daquela noite no Canecão, onde nem sonhava conhecê-la ou ainda chamá-la de minha amada amiga, quando aquela mulher entrou com uma galinha nos braços, numa ladainha danada, pelo meio das cadeiras e num passe de mágica se transformou na estrela Elba Ramalho, subiu no palco e botou pra quebrar com pernas e cordas vocais, de embasbacar até os mais viajados da Broadway.

Não é todo dia que seu descobridor se chama Chico Buarque. Foi no disco dele, em 1978, sua estreia fonográfica, retirada do antológico musical “A Ópera do Malandro”, na faixa “O Meu Amor”, dueto com Marieta Severo. No ano seguinte, seu primeiro e belo álbum, “Ave de Prata” estourava com outra canção do nobre padrinho, “Não Sonho Mais”. De lá pra cá, tudo é caminho e um rastro de garra e sucesso. Elba tem intimidade com a multidão, é “bicho de palco”, como se diz e seus registros de estúdio trazem essa semente, que frutifica no colo e nos ouvidos de seu imenso público.

Agora temos “O Ouro do Pó da Estrada”, que não me deixa mentir. Começando a ouvir e já sentindo a busca de Elba pelo desafio, o desafio de estar em cena há 40 anos e sempre em atitude de plena procura, sem perder de vista o que a identifica.

Já na abertura, de Yuri Queiroga e Manuca Bandini, Elba diz a que veio: “eu vou seguir você, até doer o calcanhar”. Esse “você” sou eu, vocês, a música, o sonho, a vida. Sem descanso. Tem uma pegada, um suingue, um peso, um rock n’ roll de manguebeat nesse sertão paraibano de Elba, nessa produção de Yuri Queiroga e Tostão Queiroga. Com direito a texto “na beira do mundo, querendo voar”, de Bráulio Tavares. Isso não é apenas uma abertura, é uma invasão das boas, abram as portas e os ouvidos, “O Ouro do Pó da Estrada” vai passar!

Com Ney Matogrosso, “Girassol da Caverna”, de outro grande dessa família, que atende pelo nome de Lula Queiroga, Elba, apoiada em seu Nordeste driveado, apresenta uma faixa que começa orquestral, suave e na qual melodias de flauta carregam a introdução, porém deságua numa força de arautos, Elba e Ney, mensageiros de um apocalipse irresistível. “Na Areia”, de Juliano Holanda, soa suave e confessional, como um balanço dos dias todos, com direito a cordas e sanfona de Marcelo Jeneci. “Oxente”, de Jeneci e Chico César, vem rasgando a pista, vestida de um forró arretado de gostoso, fala de ser inteiro nas metades, de procurar amigos e amor. E por falar nesse assunto, logo depois, a delícia se chama “Se Não Tiver Amor”. Aquele gênero musical onde Elba deita e rola, “Xotestrot”! Como um fox nordestino, anunciado por uma caixa, acordeon e triângulo, Elba diz quase rindo, “amor é nossa última chance”, quem é que pode duvidar? A doce composição é do até então ator, George Sauma, que se revela um autor espontâneo e livre.
Dando nome ao disco, “O Ouro do Pó Da Estrada”, de Lula e Yuri Queiroga, traz a Elba que sempre segue o apito do trem, que a levará a novas viagens. Na bagagem, cuidada por seus produtores, Elba leva alguns músicos do coração, que a acompanham na estrada e que ajudam a dar identidade ao seu percurso. Marcos Arcanjo, Durval Pereira e Ney Conceição, são alguns deles.

As regravações também permeiam o álbum, perfeitamente acomodadas ao conceito e às inéditas. Com inspirada introdução de cordas, escritas por Arthur Verocai, “Girassol”, sucesso do grupo Cidade Negra, assinada por Pedro Luís, Bino Farias, Toni Garrido, Lazão e Da Gama, não resiste ao reggae onde nasceu, mas sempre seguida pelas cordas, como uma rede macia conduzindo tudo. “Se Tudo Pode Acontecer”, então essa balada também roçou no reggae-Elba e ficou de novo pronta para se renovar em nossos ouvidos. Os autores são Arnaldo Antunes, Alice Ruiz, João Bandeira e Paulo Tatit. A geração 90 de compositores chegou forte na voz de Elba, que usa sua verve dramática e regrava com jovens e singulares colegas, de André Abujanra, “O Mundo”. São elas, Roberta Sá, Maria Gadu e Lucy Alves. Três lindas carreiras.

“José”, do pernambucano Siba, já cantada por Elba em outros momentos, traz uma canção dos tempos do Mestre Ambrósio, banda importante do movimento manguebeat, que trouxe mais inteligência e consistência para nós todos naqueles tempos.

“Princesa do Meu Lugar”, de Belchior, também gravada por Amelinha, entre cordas e zabumba, “suinga” na voz de Elba, que convoca seus agudos mais distantes a comparecerem nos clarões da melodia, por vezes falada do mestre, que partiu não faz muito tempo. Por falar em mestres, “Além da Última Estrela”, de Dominguinhos e Fausto Nilo, traz Mestrinho na sanfona, para lá e para cá, com seu coração virtuoso, que entrega para a harpa de Cristina Braga a canção já clássica do cancioneiro nacional e ganha mais uma linda declaração de amor, na voz de Elba.

Para quem, como eu, tem o estranho hábito de seguir o roteiro de um álbum, o encerramento será com “O Fole Roncou”, de Seu Lula Luiz Gonzaga e Nelson Valença. Na faixa, a Elba roqueira pega o forró pelo pescoço, aproveitando o arranjo pop da dupla de produtores destemidos, Yuri e Tostão. Arraste o pé e bata cabeça, no som de Elba você pode tudo. Artista maior, no seu palco, no seu estúdio, na sua sala de visitas, onde tudo cabe. O que for novo, desafiador, clássico ou regional. Tudo vale, tudo vira ouro, no pó da estrada traçada por Elba Ramalho em sua carreira, que vem sendo construída sem descuido, por 40 anos. Que sorte, Brasil, a música brasileira vai te salvar!

“O Ouro do Pó da Estrada” já está disponível em todas as plataformas digitais pela gravadora Deck.

Para ouvir: https://ElbaRamalho.lnk.to/OOuroDoPoDaEstradaAlbumPR

Elba Ramalho na Internet
Facebook: https://www.facebook.com/ElbaRamalhoOficial/
Twitter: @elbaramalho
Instagram: https://www.instagram.com/elbaramalho/
Site oficial: www.elbaramalho.com.br


Vanguart explora animação gráfica em clipe de “Casa Vazia”

DECK
29/11/2018
|
admin

Ousando variar através de uma inédita abordagem em seus vídeos, o Vanguart lança, nesta quinta-feira (29), o clipe de “Casa Vazia”, de seu álbum “Beijo Estranho” (Deck/ 2017). A obra de animação, dirigida por Pedro Hansen, é o quinto vídeo do mais recente álbum da banda cuiabana, cuja versão deluxe foi lançada em julho de 2018.

A música, trabalhada desde as sessões do álbum anterior, “Muito Mais Que o Amor” (Deck/2013), evoca, de acordo o vocalista Helio Flanders, os amores juvenis e toda as dúvidas e angústias dessa fase da vida. “‘Casa Vazia’ é a música mais antiga da tracklist de “Beijo Estranho” e vem do processo final do álbum anterior, mas só conseguimos terminá-la nesse álbum, e posso dizer que é uma das canções mais doces, musicalmente falando, de toda a carreira da banda. Ela possuía um título anterior que era uma brincadeira com um livro do Gabriel Garcia Márquez, “O Amor nos Tempos de Cólera”, onde o trocadilho fazia a canção se chamar “O Amor nos Tempos de Escólera”, juntando as palavras ‘escola’ e ‘cólera’. Isso foi feito tentando retratar a angústia de se apaixonar na pré-adolescência, em uma situação onde a pessoa amada sai de férias e o narrador fica de recuperação na escola e na cidade vazia no mês de dezembro. Ela também passeia pelo imaginário de quem se sente muito só e sonha a chegada do grande amor, conseguindo visualizá-lo até em desconhecidos pela rua, o que, para mim, também pertence a esse mundo de pueris paixões adolescentes”, definiu o cantor do Vanguart.

De acordo com o diretor Pedro Hansen, a ideia de um clipe animado surgiu em conjunto com o grupo, logo após o fim das gravações do disco. Os trabalhos de computação gráfica que culminaram na versão final levaram, aproximadamente, três meses para serem concluídos.

No vídeo, o personagem aparece enfrentando a solidão do espaço enquanto viaja a bordo de sua nave. Ainda que só, ele segue a empreitada em busca de um propósito que o próprio desconhece e, desse modo chega a um fim que culmina com o encontro de seus semelhantes. A obra é baseada no trecho da canção que diz “a casa vazia, e sou eu quem tá mais vazio, eu sei”, mas, segundo Hansen, se trata de uma narrativa secundária, sem ligação literal com a música. “Foi muito interessante ver o vídeo do Pedro, porque ele se descola da canção em vários momentos da narrativa, mas é tão bonito e amplo que também se conecta a ela em vários outros momentos”, opinou Hélio.

“Casa Vazia”, que é composição de Flanders, vem em sequência ao clipe de “Tudo Que Não For Vida”, música que estreou na versão especial de “Beijo Estranho”.

Para assistir:

Para ouvir “Beijo Estranho” (Deluxe): https://vanguart.lnk.to/BeijoEstranjoDeluxePR


Roberta Campos lança “Todo Dia”

DECK
23/11/2018
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admin

Prestes a lançar seu primeiro DVD, em janeiro de 2019, a cantora e compositora Roberta Campos apresenta hoje o single inédito “Todo Dia”, produzido por Fábio Pinc e Rafael Ramos.

Ela tocou a música na gravação do DVD “Todo Caminho é Sorte ao Vivo” (Deck), dia 3 de julho no Teatro Porto Seguro, em São Paulo, e também registrou a versão em estúdio, que está disponível a partir de hoje em todas as plataformas digitais.

Roberta Campos está comemorando 10 anos de carreira, tem 4 álbuns lançados (“Para Aquelas Perguntas Tortas”, “Varrendo a Lua”, “Diário de um Dia” e “Todo Caminho é Sorte) e vários sucessos como “Minha Felicidade”, “De Janeiro a Janeiro”, “Mundo Inteiro”, “Varrendo a Lua”, “Abrigo” e outras.

Para ouvir “Todo Dia”: https://RobertaCampos.lnk.to/TodoDiaSinglePR


Breno Miranda lança single “Slow Down”

DECK
13/11/2018
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admin

Percorrendo um caminho sólido e ascendente como um dos novos destaques da música eletrônica, Breno Miranda lança hoje seu novo single. “Slow Down” está disponível em todas as plataformas digitais, pela Deck, e já tem seu lyric video, dirigido por Luciana Andrade, no YouTube. Breno assina a letra, segunda da sua carreira em inglês. Para compor a canção, ele contou com a parceria dos DJs e produtores brasileiros Shapeless e Talking Dirty, que já participaram de festivais como Tomorrowland e Playground Music Festival.

Com mais de um milhão de ouvintes mensais no Spotify, o cantor, compositor, produtor e arranjador assinou um contrato com a gravadora Deck no começo desse ano. A parceria já apresentou alguns dos seus hits nas plataformas digitais, como “Lembrete” (feat Ghost)”, “Sede Pra Te Ver (feat KVSH e Breno Rocha)” e “Cante Por Nós (feat Vintage Culture e KVSH)”.

Para ouvir, acesse: https://BrenoMiranda.lnk.to/SlowDownPR

Para assistir acesse:

Breno Miranda na Internet:
Spotify: https://goo.gl/QQcFiD
Facebook: https://www.facebook.com/BrenoMirandabr/
Instagram: https://www.instagram.com/brenomiranda/
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCtuACira7-fSlJ7ijC0XGZA