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Fernanda Takai e Gaby Amarantos lançam novos singles

DECK
02/10/2019
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admin

Fernanda Takai havia gravado uma vinheta interpretando o clássico “Ta-Hi (Pra Você Gostar de Mim)” para seu CD “Onde Brilhem Os Olhos Seus” e seu DVD “Luz Negra”. Mesmo curta, a faixa fez sucesso e recentemente surgiu o convite para incluí-la na trilha da nova novela “Éramos Seis” (Rede Globo). A partir disso, Fernanda e John Ulhoa — guitarrista do Pato Fu e produtor musical — entraram no estúdio e gravaram uma versão completa da faixa, que chega aos aplicativos de música pela Deck.

Eternizada por Carmen Miranda, a marcha-canção foi escrita ainda na década de 1930 por Joubert de Carvalho. O convite para a novela foi o que faltava para Fernanda lançar uma versão longa. “Acho que muita gente vai ficar feliz com a versão inteira da música. Havia muito pedido pra isso, incrivelmente””, comentou.

A foto de capa do single é de Weber Pádua. A arte que complementa a fotografia é da filha de Fernanda, Nina, de 15 anos. “Escolhi essa imagem porque tem esse quê suave de pierrot e colombina. A capa é da Nina Takai, que tem 15 anos e tem feito trabalhos gráficos bem legais”, completou a vocalista do Pato Fu.

>> Ouça o single: https://FernandaTakai.lnk.to/TaHiPraVoceGostarDeMimPR

Em plena produção do seu segundo álbum, Gaby Amarantos aceitou um convite pontual para gravar a música de abertura do “Se Joga”, novo programa de variedades vespertino da Rede Globo. Fazendo jus ao nome da atração, a faixa “É Só Se Jogar” chega aos aplicativos de música, pela Deck.

Produzida por Rafael Ramos e DJ Waldo Squash, “É Só Se Jogar” foi composta pela banda baiana Os Nelsons. A música-tema é embalada pela quizomba, um ritmo angolano caracterizado pela harmonia entre o surdo e um prato de bateria. Além disso, os marcantes elementos eletrônicos do tecnobrega de Gaby estão presentes na trilha.

>> Ouça o single: https://GabyAmarantos.lnk.to/ESoSeJogarPR


Danilo Cutrim apresenta primeiro single e clipe de seu novo projeto, ligado ao samba e bossa nova

DECK
24/09/2019
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admin

Danilo Cutrim iniciou sua carreira com o veloz pop punk do Forfun. Ao longo dos anos, ele e seus companheiros de banda incluíram outros estilos e ampliaram seus horizontes com uma inteligente fusão entre gêneros mais pesados e outros com mais suingue. Depois, já no BRAZA, o carioca abraçou de vez ritmos como dub, ragga e reggae. Mostrando-se versátil mais uma vez, agora Danilo se junta a Jean Charnaux no projeto daBossa e lança o primeiro single, “Pensa Bem”, pela gravadora Deck.

Composta, arranjada, produzida e gravada por Danilo (vocalista) e Jean (violonista), a faixa reúne elementos provenientes do samba-canção dos anos 50 e da bossa nova sessentista. Dentre as inspirações da dupla, há nomes como Ângela Maria, Cartola, João Gilberto e Tom Jobim. “Em tempos contemporâneos de amores líquidos e efêmeros, “Pensa Bem” convida a um mergulho na profundidade dos sentimentos e no que cada relação ainda pode reservar e oferecer”, explica Danilo.

Além dos dois, há a participação de Jorge Helder (contrabaixo), Mafram do Maracanã (percussão) e Raul Silva (cavaquinho). A fim de valorizar as vozes femininas, que sempre ocuparam importantíssimo espaço no samba, Letícia Pedroza e Suzana Santana foram convidadas para participar do coro que enriquece os vocais da canção. De acordo com Danilo, a pluralidade de músicos e estilos faz parte de sua intenção de unir musicalmente “elementos do norte ao sul do Rio”.

“Pensa Bem” também tem um videoclipe, dirigido pelo vocalista e por Riccardo Melchiades, no qual todos os músicos aparecem atuando em um palco à moda antiga. Além da fotografia simulando filmagens clássicas, os integrantes aparecem trajados com roupas de época e ao lado de objetos como um rádio antigo e um gramofone.

Mixado e masterizado por Vitor Farias nos estúdios Oca Mix e Tambor, o single já está disponível em todos os aplicativos de música. “Um Dois”, primeiro álbum do daBossa, será lançado nesta sexta (27).

>> Ouça o single:

https://daBossa.lnk.to/PensaBemPR

>> Assista o clipe:


Dead Fish lança clipe de “Sombras da Caverna”

DECK
24/09/2019
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admin

O Dead Fish acaba de lançar o clipe de “Sombras da Caverna”. A música, parte do repertório de “Ponto Cego” (Deck), é a primeira do álbum a receber um vídeo gravado sob medida, com a presença dos integrantes, e já pode ser assistido no canal da banda no YouTube.

Com direção de Raphael Erichsen, as filmagens ocorreram em um estúdio cinematográfico no bairro do Bom Retiro, em São Paulo. No vídeo, o trio composto por Rodrigo Lima (vocais), Marco Melloni (bateria) e Ric Mastria (guitarra) aparece utilizando óculos de realidade virtual enquanto toca seus instrumentos. A interpretação é diretamente ligada à letra da música, que traz versos como “Privilegiada visão / De frente pra tela / Escolhe achar real /Simplista, plausível / Pra que pesar? / Elege a ilusão”.

A fotografia do clipe apresenta um clima escuro e denso, havendo um fundo preto e os integrantes da banda, em plano fechado e plano detalhe, iluminados apenas com pequenos focos de luz, como lanternas que se movem sem parar. Em outra tomada, há uma performance de uma dançarina contemporânea realizando movimentos que Erichsen definiu como “A Dança da Cegueira” — em que ela interage com tiras de tecido nas mãos. Sempre explorando a luz e sua ausência, como no teatro de sombras original, a intérprete se venda com a tira e forma a posição da deusa da justiça, Têmis, de olhos vendados.

Produzido por Rafael Ramos e mixado pelo norte-americano Bill Stevenson, “Ponto Cego” é o oitavo álbum de estúdio do Dead Fish. Lançado pela gravadora Deck, está disponível em todos os aplicativos de música, em CD, LP e cassete.

>> Assista o clipe:

>> Ouça o álbum:

https://DeadFish.lnk.to/PontoCegoAlbumPR


The Mönic lança single criado a partir de projeto do Spotify

DECK
20/09/2019
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admin

Convidada para participar do “Escuta as Minas” do Spotify — projeto que seleciona musicistas para gravar em uma casa-estúdio feita por e para mulheres — a The Mönic lança hoje (20) seu novo single, “Frágil”. A faixa foi criada especialmente para o projeto, produzida por Mônica Agena e, nas palavras da guitarrista e vocalista Dani Buarque, “representa algo bem diferente do que já fizemos”.

Convite feito, em duas semanas a banda, formada por Dani, Alê Labelle (guitarra e vocal), Joan Bedin (baixo e vocal) e Daniely Simões (bateria), selecionou os riffs, criou toda a harmonia e gravou a faixa. Finalizado o instrumental, era necessário, então, escrever a letra. A inspiração surgiu quando a banda se deparou com críticas na internet que contestavam as integrantes, querendo policiar seus comportamentos e posicionamentos. A resposta às provocações, que surgiram nas redes sociais, veio em forma de versos poderosos. “A música fala sobre privilegiados que não reconhecem o que possuem. As pessoas querem que a mulherada fale, mas temos que falar do jeito que eles preferem”, explica Dani.

Com influências de Queens Of The Stone Age e Nirvana, o novo som traz uma pegada característica de vertentes do garage rock e do grunge — sempre com o ativismo sociopolítico que acompanha a The Mönic. A participação de Mônica Agena também foi essencial para o resultado final, contribuindo com ideias nos arranjos e ajudando o quarteto, através de seus métodos, a atingir a sonoridade desejada. “A assinatura dela na música é algo muito forte e significativo”, completa.

Apesar de ter sido gravada via o projeto idealizado pelo Spotify, a música está disponível em todos os aplicativos de música num lançamento da gravadora Deck.

>> Ouça o single: