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Sobre

Nasi está se tornando um craque nas gravações ao vivo em estúdio. Em maio de 2010 fez sua primeira experiência gravando o álbum e DVD “Vivo na Cena” cujo resultado foi magnífico. Essa é a forma mais sincera e honesta de uma apresentação ao vivo, como se fazia nos anos 60 e 70 para programas especiais da BBC inglesa ou dos históricos concertos de rock produzidos na Alemanha da série Musikladen. Esse formato ainda é usado até hoje por muitas bandas lá fora, Neil Young, por exemplo, adora fazer isso cada vez que lança um novo trabalho. Unindo o útil ao agradável Nasi encontrou o lugar certo, o estúdio Audio Arena, que fica no estádio do Morumbi. Eita “são-paulino” sortudo! Coincidências à parte esse foi o primeiro DVD e disco de rock ali gravado num equipamento novíssimo e de ponta. Pra realizar tal façanha é preciso acima de tudo uma banda afiada e que brote aquela química entre os músicos. Isso também não representou dificuldade alguma pois Nasi está sempre acompanhado por grandes músicos. O mais novo na banda é o guitarrista Rodrigo Lanceloti que incendeia com sua Gibson Les Paul, o instrumento tem o ataque e a sonoridade perfeita do rock and roll nesse disco, que passeia por sonoridades setentistas e blueseiras.


Nasi sempre teve a felicidade de trabalhar com grandes guitarristas, desde Edgard Scandurra, seu parceiro no Ira!, a Kim Khel nos Irmãos do Blues e Nivaldo Campopiano em “Vivo na Cena” e “Perigoso”. No baixo Johnny Boy, um parceiro de longa data e de extrema importância na banda. Johnny Boy tem os melhores backing vocals e faz duos perfeitos com Nasi, além de ser um espetacular arranjador. Na bateria também já integrado à banda há algum tempo, a precisão de Evaristo Pádua. Completando o time temos André Youssef nos teclados, que toca com Nasi há cerca de 7 anos. Com essa engrenagem pronta e funcionando com a precisão de um relógio, a música segue no balanço das horas. Nasi tem um lado extremamente místico e voltado para a cultura religiosa afro-brasileira. A começar pelo título do álbum e músicas como “Ori” - são celebrações onde ele incorpora toda sua espiritualidade numa comunhão perfeita de ritmo e poesia. EGBE, um orixá africano, é o senhor da alegria, do bem estar, das crianças e da pureza da vida. Remete a um conceito de comunidade e religiosidade.

Discografia