
15 abr Thiago Elniño – Canjerê
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- Canjerê - Gloria Bomfim, Issa Mulumba
- Opanigéria - Natache, Martché
- O Chão do Meu Terreiro - Bixarte, ZucaBeatz
- Pode Vir! - Sued Nunes, Issa Mulumba
- Filhos de Outro Lugar - Lazzo Matumbi, Issa Mulumba
- A Força do Meu Santo - Tássia Reis, Scooby
- Futuros Ancestrais - Rashid, Daúde, ZucaBeatz
- Voltei Para Cantar - Marku Ribas, Martché
- Pipas - Felipe Cordeiro, ZucaBeatz
- Feitiço - Felipe Cordeiro, ZucaBeatz
- Doce! - Dinho Souza
- Interlúdio - Ebó
- Kekerê - Sergio Pererê, Nobre Beats
- Kambono - Sapopemba, Matheus Padoca
Rapper, pedagogo e educador popular, Thiago Elniño vem se estabelecendo como um nome relevante no rap brasileiro. Inspirado no termo de origem bantu que nomeia festas e rituais de celebração do axé, o artista lança, no dia 15 de abril, seu quarto álbum de estúdio, “Canjerê”, estruturado como um espaço de encontro entre espiritualidade e música, reunindo vozes e referências em torno de uma proposta coletiva.Produzido por Matheus Padoca, com faixas também assinadas por Issa Mulumba e Martché, o disco expande a sonoridade do artista ao transitar pelo rap e dialogar com música jamaicana, afrobeats e ritmos brasileiros como samba, pagodão baiano, guitarrada paraense, jongo e Folia de Reis. As composições mantêm o caráter marcante de sua obra, com letras sobre espiritualidade, identidade e a luta do povo preto.Ao longo de 14 faixas, “Canjerê” reúne participações de Gloria Bomfim, Lazzo Matumbi, Sapopemba, Daúde, Sérgio Pererê, Rashid, Tássia Reis, Bixarte e Felipe Cordeiro. Entre os destaques está “Voltei Para Cantar”, com composição e gravação inéditas de Marku Ribas, reforçando a presença da ancestralidade no projeto.O álbum dialoga com obras como “Debí Tirar Más Fotos”, de Bad Bunny, e “El Madrileño”, de C. Tangana, ao aproximar nostalgia e modernidade. Os primeiros singles, “Doce!”, “Pipas” e “Feitiço”, já foram lançados este ano. Em ‘Canjerê’, Thiago consolida sua maturidade musical e reafirma a proposta de fazer da música um espaço de encantamento, consciência e cura coletiva.”