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BRAZA lança single produzido pelo coletivo Dogz

Ouça o single

A banda carioca BRAZA libera hoje (11) mais uma amostra de seu novo álbum, que será lançado no segundo semestre pela gravadora Deck. Mistura de kuduro e reggae, “Avenida” (Danilo Cutrim/ Nícolas Christ/ Pedro Lobo/ Vitor Isensee) chega com ritmo agitado, convidando para dançar.

Com produção do coletivo Dogz (que assina hits de Anitta, Iza e Pabllo Vittar, entre outros) em parceria com o próprio BRAZA, o single conta com marimbas e percussões, que adicionam muita energia e intensidade à canção. Pitadas de funk carioca sublinham a brasilidade do quarteto formado por Pedro Lobo (baixo e vocal), Danilo Cutrim (guitarra e vocal), Nícolas Christ (bateria) e Vitor Isensee (teclados e vocal), que se caracteriza pela junção de música pop com reggae e ritmos urbanos.

“Avenida” em breve ganhará um clipe. Gravado na Sapucaí (Rio de Janeiro), o vídeo conta com a presença de dançarinos do passinho e afro house.

Avenida

Mistura de Kuduro e Reggae, “Avenida”, o mais novo single do Braza, chega com uma superdose de energia e um chamado pra Vida. Com a produção dos Dogz (que já trabalharam com gigantes da música nacional como Iza, Anitta, Pablo Vittar…), e da própria banda, a canção conta com marimbas e percussões que trazem intensidade à canção.

Pitadas de Funk carioca sublinham a brasilidade do grupo, que também se caracteriza pela junção de ritmos como o Rap, o Reggae, e suas vertentes.

“Vamo que vamo, porque nós tamo que tamo, e nesse ano após ano, Axé Saravá”.

A faixa, que estará disponível em todas as plataformas de música no dia 11 de junho, ganhará um videoclipe ainda no primeiro semestre de 2021, gravado na Sapucaí, com dançarines de renome de Afrohouse e do Passinho, expressões artísticas que dialogam com a força e a visceralidade da música.

Elba Ramalho lança música ao vivo com participação de Zélia Duncan

Ouça o single

Pelo segundo ano seguido não haverá Festa Junina por conta da pandemia, mas a cantora e compositora Elba Ramalho, sempre presente nos festejos de junho, lança hoje (4) seu novo single, uma versão ao vivo de “A Natureza das Coisas” registrada na edição 2019 da festa de São João, em Campina Grande (PB), na qual Elba é presença cativa. A canção, de autoria de Accioly Neto, ficou conhecida na voz de Flávio José e conta com a participação especial de Zélia Duncan.

Essa performance, repleta de coreografia e elementos visuais, também foi filmada, e o vídeo já está disponível no canal da cantora no YouTube. No telão do palco, há projeções que remetem à estreita relação de Elba Ramalho com o São João de Campina Grande, incluindo a ocasião em que cantou grávida e prestes a dar à luz, em 1987.

O single “A Natureza das Coisas”  já está disponível em todos os aplicativos de música, pela gravadora Deck.

A Natureza das Coisas (Ao Vivo)

Se o momento não permite dançar um delicioso forró nas festas juninas, Elba Ramalho traz a solução àqueles que querem treinar os passos no conforto de casa. A cantora lança uma especial versão ao vivo de “A Natureza das Coisas (ao Vivo)”, pela gravadora Deck. O registro ocorreu na edição 2019 da festa de São João, em Campina Grande, na qual Elba é presença cativa.

Só mesmo uma das rainhas do forró para interpretar, com tanto talento, alguns dos clássicos do gênero. A faixa, de autoria de Accioly Neto, ficou conhecida na voz de Flávio José e ganhou agora uma versão com participação mais que especial de Zélia Duncan.

Edgar lança “Ultraleve”

Quando, em 2018, Edgar nos assombrava trazendo verdades como “o futuro é uma criança com medo de nós”, nem em nossos piores pesadelos poderíamos imaginar o que nos aguardava. Pouco mais de um ano após a estreia do primoroso e premiado “Ultrassom” (Deck/2018), o planeta seria varrido pela pandemia.

Edgar nos apresenta agora “Ultraleve” (Deck/Natura Musical), álbum que enfileira nove faixas produzidas mais uma vez pelo parceiro Pupillo Oliveira. “Ultraleve é uma maniçoba poética, demora mais de cinco dias no fogo da vaidade, com a panela cheia de água e empatia, cozinhando todos os sentimentos atravessados por um corpo negro em uma sociedade programada para o excluir e o matar”, diz o multiartista no texto de apresentação do trabalho.

Prato originário dos povos indígenas, maniçoba é a metáfora perfeita para as sensações que “Ultraleve” provoca, desde a primeira audição. Tal qual a maniva (folha da mandioca), cujo preparo pode levar até uma semana, “Ultraleve” requer calma e atenção. Assim como outras iguarias, não é no consumo rápido que se absorve suas propriedades: é um disco que exige ouvidos abertos e sistema digestivo preparado. As palavras de Edgar são acidez pura, abrasivas, deboche curtido em pH baixíssimo.

Os beats e percussão de Pupillo acompanham esse cozimento, criando ambiências sonoras ora irônicas, ora melancólicas, mas sempre enérgicas. É bonito prestar atenção em como ele responde aos plot twists narrativos de Edgar, surpreendendo também na estrutura de cada faixa, criando transições inesperadas. É como se eles estivessem construindo a trilha sonora de um game distópico, subvertendo o passado do funk, desde Afrika Bambattaa, e desenhando paisagens que alternam climas de acordo com cada “fase” do jogo.

Os materiais recicláveis que aparecem nas criações visuais de Edgar surgem em “Ultraleve” de outra maneira: objetos encontrados nas ruas de São Paulo por Edgar foram transformados em instrumentos e amplificados, adicionando efeitos às produções de Pupillo.

Acho desnecessário teorizar sobre a lírica de Edgar – para cada um seus versos batem de um jeito, e que assim seja. Mas há um discurso oculto que vale botar reparo: “Ultraleve” diz muita coisa nas entrelinhas de seus feats: Kunumi MC rima em guarani na faixa “Que A Natureza Nos Conduza”, e a cantora canadense Elisapie, uma artista e ativista inuíte, participa em “A Procissão dos Clones” cantando em seu idioma nativo.

Não, não sabemos o que eles estão cantando. Nem Edgar sabe. E essa falta, esse diálogo ausente, ou interrompido, é exatamente o que está por trás da escolha das participações. A ausência também tem o seu lugar no discurso de Edgar, e para isso também é preciso tempo, atenção e digestão.

Eu avisei que levava tempo para a maniçoba ficar pronta. Aproveite!

Ouça o álbum

Colomy lança “Pássaro Livre”

Ouça o single

Depois da estreia de “Sendo Como Sou” (Deck), em seu segundo single, “Pássaro Livre”, a banda Colomy demonstra maturidade estética ao elevar suas raízes setentistas a um patamar de profundidade emocional e investigativa.

Composta pelo trio e com letra de Pedro Lipa (guitarra, synth e voz), a canção é acompanhada por um slide de guitarra que dimensiona a sugestão de libertação, profundidade e alcance sugerida em seu título. O compasso da bateria de Eduardo Schuler, usando caixa e bumbo, conduz o violão de Sebastião Reis. Os backing vocals foram gravados por todos integrantes.

O Colomy, desta forma, demonstra a expansividade sensível de seu campo de composição, investigando sobre a alma humana, sobre os aprisionamentos da vida urbana e principalmente sobre a capacidade do ser em pulsar sobre uma nova esfera da vida, buscando, assim, a tão aferida e contumaz liberdade.

A ambientação progressiva constrói no âmago da canção uma sensação de leveza, partida e busca, em que, num campo metafórico, o céu como manifestação de outra vida torna-se o objeto a ser perseguido.

“Pássaro Livre” já está disponível nas principais plataformas de música pela gravadora Deck.

Ultraleve

O multi-artista Edgar lança o aguardado sucessor de “Ultrassom”. Batizado de “Ultraleve”, o álbum traz paisagens um pouco mais solares que no disco anterior, mas os assuntos são sempre urgentes; excesso de tecnologia, destruição ambiental, violência e individualismo.  A ancestralidade também está representada pelas participações de Kunumí MC, morador da aldeia Krukutu, na região de Palhereiros (SP) e da cantora e compositora iunk (primeiros povos habitantes do Alaska, Groelândia e Canadá) Elisapie. Ambos cantam em seus indiomas nativos.

Produzido por Pupillo, “Ultraleve” traz instrumentos construídos pelo Edgar. O muti-artista trabalha nisso desde 2016 e três desses instrumentos criados a partir de lixo reciclável dão novos timbres ao som do álbum, um pouco menos tecnológico do que seu antecessor.

In Silence

Após o lançamento de dois singles (“Nosso estranho amor” e “Tão Tá”), a banda Graveola traz seu álbum de inéditas “In Silence”. Com sete faixas o novo trabalho da banda mescla a energia solar e tropical de sempre com uma serenidade própria da madureza do grupo. “Quisemos comunicar com sentimentos profundos, criar uma imagem que fizesse refletir sobre nosso universo interno. Somos múltiplos: esperançosos, densos, sentimos saudade, temos nossas dores de cotovelo hehe. Esse disco é sobre como soa nosso silêncio dentro”, comenta sorridente Zelu Braga, que divide os vocais da banda com Luiza.

Pássaro Livre

Em seu segundo single, “Pássaro Livre”, a banda Colomy demonstra maturidade estética ao elevar suas raízes setentistas a um patamar de profundidade emocional e investigativa.

Composta pelo trio e com letra de Pedro Lipa durante o início da quarentena, a canção é acompanhada por um slide de guitarra que dimensiona a sugestão de libertação, profundidade e alcance sugerida em seu título.

O trio, desta forma, demonstra a expansividade sensível de seu campo de composição, investigando sobre a alma humana, sobre os aprisionamentos da vida urbana e principalmente sobre a capacidade do ser em pulsar sobre uma nova esfera da vida, buscando, assim, a tão aferida e contumaz liberdade.

A ambientação progressiva constrói no âmago da canção uma sensação de leveza, partida e busca, em que, num campo metafórico, o céu como manifestação de outra vida torna-se o objeto a ser perseguido.

O compasso da bateria de Eduardo Schuler, usando caixa e bumbo (half time shuffle), conduz bem os violões de Sebastião Reis, que também participa dos ótimos backing vocals da canção gravados por todos integrantes.

Odoyá

O cantor e compositor Gabriel Gonti homenageia Iemanjá com a música “Odoya”. A cantora Maria Rita assina a produção e os arranjos em parceira com Túlio Airold, assim como a composição, está com os demais autores Leo Costa, Gabriel Gonti e Peu. A canção é uma balada que parece mesmo o balanço das ondas do mar. “Odoyá /Me leva pra sua ilha deserta /Odoyá /Me ensina a navegar nessa vida” são seus versos finais.